Brigadeiro s/ fogão

Um brigadeiro sem fogão? Títulos me matam. Uma receita de brigadeiro que não vai ao fogão. Olha que beleza. Prepare a memória, porque a receita é curta e não demanda bloquinhos. Posso começar?

Ingredientes:

250g de chocolate meio amargo

1 e 1/2 xícara de leite em pó

4 colheres (sopa) de achocolatado em pó

1 lata de leite condensado

granulado para enfeitar

 

Sim, é só isso! Mas como uma lata não rende, fiz duas receitas! É muito doce, meu!

 

Modo de preparo:

Misture, em um recipiente, o leite em pó, o achocolatado e o leite condensado, até formar uma massa homogênea!

Feito isso, é hora de derreter o chocolate. Vale acrescentar creme de leite ou leite mesmo, para render mais e ficar mais ‘mole’ ou menos consistente, se preferir. Eu usei leite!

Depois, é hora de enrolar os queridinhos. Tentei de primeira e o resultado foi um fiasco. Então, deixei a ‘massa’ na geladeira por uma noite e no outro dia fui enrolar.

O problema é que você precisa mergulhar as bolinhas, feitas com a massa, no chocolate quente. Aí, o que acontece? Derrete!

 

Solução: coloquei em copinhos. Em casa não tinha aqueles transparentes, bonitinhos, então improvisei.

Ficou uma camada da ‘massa’, uma de chocolate derretido e uma de granulado. Doce, doce e mais um pouquinho de doce. Ideal para mulheres de TPM, “FOMIGUINHAS” e pessoas NÃO diabéticas.

Eu trouxe pra galera do trabalho e eles gostaram. O problema foi a fila na cozinha, pra pegar água. HOHOHO, “Merry Honey”!

Quem eu era…

Eu era do tipo que ficava pensando nele, o dia inteiro. Ficava esperando um ‘oi’, um ‘e aí, tudo bem?”, um “estou com saudades”. Eu era do tipo que ao sair, por 2 meses, todo fim de semana, com alguém, achava que estava ‘ficando’, mesmo que se tratassem de encontros aleatórios e alcoolizados. Eu era do tipo que ia pra um churrasco querendo ver alguém e via, com outra pessoa. Chorava? Não. Bebia todas e saía contando minhas frustrações pra todo mundo. Bafão.

Eu era  do tipo que pedia pro cara, comprometido, parar de me procurar ou largar da namorada. Ele não parava e também não largava. E eu voltava à estaca zero. Eu era do tipo que deletava a pessoa do Facebook, mas voltava todo dia em seu perfil pra ver se o estado civil havia mudado. Eu era do tipo que ficava com alguém achando que no outro dia estaria namorando. Eu era do tipo que ficava pensando se ia ou não em uma festa em que encontraria pessoas que em algum passado próximo haviam me chateado. Tipo, um pega-pega, né?

Eu era desse tipo, que tinha gastrite, que sofria, que chorava, que ficava procurando defeitos em mim (por que sempre dava tudo errado?)… que queria provar pra mim mesma que conseguia as coisas, que estragava tudo por conta do orgulho, que não era flexível… que deixava de ir em um lugar porque o dono tinha feito um p*ta de uma sacanagem… que se achava um imã pra caras errados!

Eu era do tipo que vinha aqui e desabafafa, que escrevia e apagava… Eu era do tipo que assistia filmes pra pelo menos ver uma história feliz. Eu era do tipo que não sabia que enquanto eu chorava por alguém, uma pessoa ensaiava pra me convidar pra sair… Eu era deste tipo, até escolher um outro rumo pra minha história.

Quebrar paradigmas, eu fiz e gostei. E quero continuar fazendo. Quero ser flexível, ouvir/cantar rock, sair com o celular e não ativá-lo no modo ‘arma’, provar que eu sou superior a pessoas que querem me prejudicar e, claro, ser feliz comigo mesma. Esse é só o começo. Sigam-me os bons. Para, Digma!

A profissão que todo homem adoraria ter

Ela tem hora marcada. Você não a conhece. Ela chega, se apresenta e começa a tirar a roupa. Fica só de lingerie. Deita na cama.

Você então vem, se apresenta. Logo começa a acariciar sua pele. Passa um creme. Apalpa. O negócio começa a ficar quente. Você desliza sua mão sobre o corpo dela. Faz movimentos variados. Pede que ela se vire. Então, começa novamente o processo.

“Estou tentando pensar em outra coisa pra não sentir dor”, “Que frio!”, “É está ficando vermelho…”, “Aí não dói tanto!”…

Acabou. Ela se levanta. Põe as roupas e marca o próximo encontro. Essa é a vida de um massagista. Diz aí, amigo, não é a profissão dos seus sonhos?

Ok. E o bambu?! Tu tu tu!

Celular-arma

Extra! Extra! Está no mercado um celular-arma. Você abastece com bebida alcoólica e se mata depois, de vergonha.

Diz aí, quem nunca mandou um SMS bêbado? Não interfere o sujeito bêbado, você ou o SMS… (risos). Eu já mandei mais, muito mais… Tinha um leque de opções. Hoje o número é restrito, mas a bala é mais potente.

Estava em Andradas no fim de semana. Sexta-feira de muito sertanejo. Bebe daqui, de lá. Vê uma pessoa. Percebe a falta de atitude da mesma. Olha para um lado, pro outro. Pega o celular. AI AI AI. A música toca. Aliás, por que ela toca? Músicas lembram pessoas… Os cantores deveriam saber disso. Aliás, os organizadores das festas deveriam saber disso! E, então, proibir a entrada de telefones em recintos repletos de bebidas alcoólicas. Não?!

“Inventor do amores… está tocannnnndo”. Ainda bem que foi só isso. Só isso. Mas né, não devia ter sido nada. Que eu escuto a música e lembro, a pessoa sabe. Pra que reforçar a mensagem? Vai que o SMS chega na hora errada? Em mãos erradas? Problema, na certa! Não pensei. Não lembrei.

No outro dia, fui olhar os torpedos. “Nãoooooooooooo, olha o que eu fiz…” Já era. E a pessoa adorou. É ruim, hein? =( quém quém quém!

Recaída Feminina

Mulher é um bicho viciado… em amor. Se apaixona fácil, se entrega fácil, se f*de fácil.

De repente, o celular vibra. Uma mensagem: “amiga, eu tive uma recaída, liguei pra ele…” Pra quê? Por quê? AHHHHHHHH. Porque a gente gosta de sofrer. A gente vive de ilusão. Bobinhas…

Eu já tive muitas recaídas e olha que sou extremamente orgulhosa. Dizia que com a mesma facilidade que passava a gostar de alguém, passava a odiar, menosprezar. Que dó da formiguinha. Hoje em dia, as coisas são muito mais difíceis. Muito mais. E é por isso que sou adepta ao “delete“. Não quer recair? delete. Não quer saber da vida da pessoa? delete. Não quer que ela saiba da sua? delete. Está esperando o que pra deletar? delete.

Dizem que o tempo cura tudo. Dizem que o homem que foge das suas tentações é covarde. As pessoas vivem dizendo frases prontas. E daí? Eu acredito no poder do tempo, mas odeio ter que ficar a sua mercê. Eu assumo minha covardia. Não consigo. Se eu vejo a pessoa online, quero conversar, perguntar o que está fazendo… Se ela não fala comigo, fico nervosa, ansiosa. Se ela não responde, quase pulo da janela. Então, por que mesmo? delete.

Já deletei muitos, por ‘n’ razões. E continuo o fazendo. Hoje mesmo o fiz. Pessoa sem maturidade não merece sua atenção. Falar pra quê, se a pessoa diz que não quer conselhos? Se acha graça no que faz de errado? Se não pede desculpas quando prejudica alguém?

Aliás, falando em coisas erradas (o que é errado, na verdade?), estou inconformada com a cara de pau das pessoas. Elas aprontam todas, somem e depois reaparecem como se nada tivesse acontecido. Oi? Essa função era minha. Eu fazia e acontecia, sumia e depois voltava feito um doce. O feitiço virou contra o feiticeiro. Agora eu sei o quão confusas ficam as pessoas diante dessas situações. Não sei se mando a pessoa dar uma voltinha naquele lugar, se dou risada ou finjo que está tudo bem. Não, não está tudo bem. Eu sou rancorosa. Não esqueço uma só vírgula do que fazem pra mim. Isso não é legal, mas quem vai julgar?

Sem julgamentos. Apenas promessas. E eu prometo que vou tentar não ter recaídas, mesmo que eu queira muito revê-lo, que eu tenha pensado muito em você. Ainda bem que não tenho o número das pessoas. delete. Eu prometo não mais sonhar com reencontros, não esperar uma ligação e nem uma mensagem de saudades. PROMETO! E prometendo, espero o mesmo. Suma do mapa. Não comente meus posts, não ‘curta’ minhas publicações, não mande um singelo ‘oi’. Fale que está apaixonado por outra, que está namorando, que tudo não passou de um lance, do passado. Quer saber, posso te deletar?

 

O manual deles

Bla bla bla. Mulheres conversam. Se lamentam. E percebem que as histórias são sempre as mesmas, só mudam os personagens. Então, depois de se consolarem, planejam: se eu pego o manual dos homens, eles estão todos f*didos. Manual, ai se eu te pego…

Fácil. Tarefa fácil. Quer saber como deixar um homem de quatro, como muitas vezes eles no deixam? Sem conotação sexual, por favor. Pois bem, basta seguir o nosso manual ao contrário. Isso mesmo, o manual masculino é o nosso de ponta cabeça. ANOTA!

O que uma mulher espera de um sábado à noite? Um namorado! Não adianta falar que vai pra balada dançar. Essa, definitivamente, não cola mais. A gente vai, sim, com esperança de conhecer alguém bacana, que nos ligue no dia seguinte e no outro e no outro e, incrivelmente, no outro. Homens solteiros, bem sucedidos e bem humorados. Homens casados, comprometidos, sem estudo, sem trabalho e mal humorados não têm vez. Está com o caderninho na mão?!

Pois bem. A gente espera carinho, convivência, paixão. Espera um dia ser pedida em namoro, ser tratada como mulher, amada, e não objeto sexual. Espera um SINCERO, que fique claro, “Eu te amo”. Estou mentindo? Não!

E eles? Bom, eles não querem nada disso. Experimenta falar em noivado, casamento… Vish, pra quê? A mulherada está aí, no CIO! Elas xavecam, elas pagam o motel, elas… liberam a periquita. Então, pra que namorar, minha gente? O amor está em crise!

Voltando ao manual. Lá vai. Se tiver coragem, faça o teste. 1ª regra: você precisa estar muito bem consigo mesma. Sim, falo de auto-estima no lugar, peito no lugar, bunda no lugar e bla bla bla. Balançou a cabeça positivamente? Então vamos para a 2ª regra: você deve saber paquerar, ou seja, se insinuar sem ser vulgar. Cuidado, para passar de sexy para garota do Itatinga é um triz (nossa que gíria mais idosa). 3ª regra: você é quem dá as regras. “Comigo é só um lance. Não quero que você me ligue amanhã. Odeio a expressão ‘eu te amo’. Amanhã, se você me vir na rua, finja que não me conhece”. Combinado? Ele vai ficar assustado. Vai acreditar ter encontrado a mulher da sua vida. PERFEITA! Com os mesmos ideais que ele, gostosa, poderosa… ai ui ai. 4ª regra: suma do mapa. Se possível, vá atrás de outras presas. Bem longe. Não atenda ligações. Não responda mensagens. Nem e-mails. Pode ser?

Taí, receita de sucesso. Pode ter certeza, minha cara, que o cafajeste vai dar milhões de pulinhos pra ter mais uma noite contigo. Sabe como é, o difícil é muito mais gostoso! Wreal!