Como surgiu o beijo na boca?

Não sei se sou só eu que viajo na maionese de azeitona (?) e sou curiosa, mas sério, você nunca teve este tipo de curiosidade? Tipo, quem foi o safadinho, esperto, Í-D-O-L-O que inventou esse gesto tão delicioso, carinhoso, viciante!? Ah, desculpa, eu me peguei pensando sobre o assunto e fui pesquisar. Não me pergunte como cheguei a tal questionamento, eu, certamente, me comprometeria. Sabe como é, você começa a viajar e olha pra boca de uma pessoa e pensa… Sabe?! Sem perguntas, eu já disse! A única questão em jogo é: como surgiu o beijo na boca?

Nessas horas, a gente precisa de um especialista! Então, fui perguntar ao Google, claro! E aí, caí no site “Guia dos Curiosos”. Sensacional!!! Se é verdade, eu não sei, mas eu curti. Leia e forme a sua própria opinião.

10 curiosidades sobre o beijo ao longo da História (Fonte: Guia dos Curiosos)

1. Não se sabe como surgiu o primeiro beijo da humanidade. As referências mais antigas de beijos foram esculpidas por volta de 2.500 a.C. nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia.

2. Entre os persas, na Antiguidade, os homens trocavam beijos na boca. Mas só valia para pessoas do mesmo nível. Se um dos homens fosse considerado hierarquicamente inferior, o beijo deveria ser dado no rosto. Na Grécia Antiga, só era permitidos beijos na boca entre pais e filhos, irmãos ou amigos muito próximos.

3. Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.

4. Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.

5. Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado “beijo de esquimó”, eles esfregam os narizes. No Nordeste brasileiro, também se usa a palavra “cheiro” no lugar de “beijo”. Em nenhuma língua celta existe a palavra “beijo”.

6. No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar na casa de alguém, o visitante beijava o anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mesmo o cachorro e o gato.

7. Em 1439, o rei Henrique VI proibiu os beijos na Inglaterra para evitar a proliferação de doenças. Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão. Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.

8. Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa bênção. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.

9. Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. Também é conhecido como beijo de língua. A expressão foi criada por volta de 1920. Na França, o beijo francês é conhecido por beijo inglês.

10. O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas.

Agora vamos as minhas considerações. Como surgiu mesmo? Há 2.500 a.C? Sei, era cumprimento? Interessante. Ia chamar só os #lindos pra vir em casa! Se bem que não, se não fizesse nenhum tipo de segmentação (acabei de voltar da aula de Gestão de Marcas), podia bater o recorde do grande Alfred. Poxa vida, hein, uow! 8.001 pessoas! Conta mais. Nem sabia que a micareta havia surgido nesta época! UOW, de novo.

Aliás, não sabia que o homossexualismo fazia parte da cultura dos povos antigos. Por que será que mudou? De onde surgiu o preconceito? Minha cabeça vive de interrogações!

Falando em interrogações, quanto será que custa uma passagem para Veneza? Preciso beijar a escultura do soldado AGORA! Só um parênteses, Alfred, querido, o “Gui” te passou para trás. Assim, feio! Ele é uma simples estátua e, pasme, beijou mais de 7 milhões de mulheres! Isso que eu chamaria de “acabar com a boca!” Antes de fechar o parênteses, ô mundinho encalhado!

Pula. Lembro do Cromwell das minhas odiadas aulas de História. Maldito. Como assim não pode beijar aos domingos? Hello, dia de fazer nada, ficar abraçadinho, dando beijinho, gostosinho, demoradinho… Fala sério, seu mal amado! Certeza que a mulher dele dormia de calça jeans e aí ele resolveu puní-la!

Punição me lembra igreja. Tempos da Inquisição.. Então. Para tudo. ESTOU CHOCADA! Antigamente, o padre era super rodado. Hello! A cada casamento feito, ele tirava lasca da noiva. Se essa moda pega…

Fim. Cheguei ao fim. Onde queria. Cadê o GPS? Você chegou ao destino desejado. Mentira, não sei como minha amiga GPS fala. Eu só sei que eu racho muito quando ela solta um: “vire na Aquidába”. Ok. O beijo de língua surgiu na França. E aí eu volto aos esquimós, aos baianos, e penso, se beijo tem a ver com cheiro, por que diabos foram os franceses que inventaram o beijo? Justo eles que não ligam muito pra banho… Oi? Cuma? “Oncotô?” Esse mundo me surpreende a cada dia!

Como será que surgiu o banho?

A lelek lek lek. O banho eu não sei, mas a pista molhada, o Steer Control, o Adaptive Brake e o Classe A dançando o hit “Passinho do Volante” surgiram de uma campanha da Mercedez-Benz, sabia?!

A-ha, u-hu, ô Mercedes eu vou comer o seu bolo!