Rapidinhas do telefone

Hoje em dia, está cada vez mais difícil receber ligações. Se não é a mãe lembrando que você esqueceu o agasalho – o tempo está esfriando, pegou  o seu?-, é a operadora fazendo cobrança. Não? Não! Às vezes, você recebe a ligação daquele “peguete” e abre um super sorriso. Dizem que ligação é prova de amor na atualidade… Não!

O fato é que eu estava indo pro carnaval ou algum churrasco e o celular tocou. Na tela, um apelido sugestivo. O nome não é “peguete” e também não é “amor de carnaval”. Amigo! Não. Não sei como definir. Talvez seja “paixão de carnaval”, “amor”, “tesouro”. Isso, tesouro. <3 Chaves.

Foco. Apertei o botão verdinho e…

-Alô, quem está falando?, disse ele.

Eu, toda engraçadona, mandei um: É o amor da sua vida.

Adivinhem? A partir daqui, você poderia ver a conversa mais romântica do mundo. Uma declaração atrás da outra. Um convite. Um elogio. Mas…

Ele respondeu: Desculpa, liguei errado. E DESLIGOU!

Que ele é um fidip… do carai, ele sabe. Eu fiquei muito brava. E ele conseguiu o que queria. Esse tesouro adora me irritar. E eu não o vejo há anos. TU TU TU.

O celular apitou. Uma nova mensagem. Quando vi o destinatário, abri um sorriso de ponta a ponta. Bonito, ótimo partido. Uma paixão antiga, dos meus bons tempos do colégio.

“Oi, estou em Campinas. Quer vir aqui em casa?”

Ah, tá! Então está fácil assim. O sorriso murchou.

- Hahaha fala sério. Que mané ir na sua casa. Vamos pra um bar…

Ele não contente:  Beleza, não quer? Vou passar para a próxima letra.

Sabe o que é? Naquela época não tinha Badoo, não tinha Tinder e nem whatsapp. Era no SMS mesmo. Pior, SMS coletivo.  Mandou pra Ana, não rolou? Mandava pra Bruna, pra Carol, pra Dani, pra Érica, pra Fer, pra Gi, pra Heleninha, pra Irene, pra Ju, pra Ka, pra Mari… ou pra Nane.

EU MEREÇO?!

 

Quando troquei meu número de celular, recebi um super chip lindo e novo. Quer dizer, nem tanto. Na primeira semana, estava me achando. O celular tocava toda hora. E, claro, não era pra mim. O número que haviam me dado era o antigo celular de uma médica, que atende por Rísia. Confesso que até hoje eu recebo ligações de pessoas procurando pela doutora.

Uma vez, o porteiro do condomínio dela me ligou, perguntando se podia liberar ‘x’ pessoa. Eu não sou a Rísia, mas mandei entrar. Imagina se ela estava em um momento mega íntimo? Tomou! Isso que dá trocar o celular e não passar pros coleguinhas!

Outra vez, recebi um SMS de falecimento. “Rísia, estou escrevendo pra dizer que o fulano morreu…” Acho que eu seria um bom clone da médica. Antes de dizer que esse celular não era dela, mandei meus sentimentos a toda a família! E o melhor, a pessoa respondeu agradecendo!

Fala sério! Sabe nada, inocente.

E você, tem uma história engraçada com ligações e mensagens? Conta pra gente nos comentários! =p

 

Alguns marcam, outros, passam…

Estava relendo um texto meu de 2011. Naquela época, a minha inspiração vinha, exclusivamente, de uma única pessoa: um ser que eu conheci na época de faculdade. Confesso, eu sonho até hoje com um reencontro. Sei que ele está em SP. E vivo imaginando a cena: eu andando na Paulista e quando olho pra frente, ele, todo diferente e, ao mesmo tempo, igual, vindo em minha direção. Se é utopia, eu não sei, mas eu queria muito.

Ele foi um cara ‘x’ que eu conheci numa festa do contrário. Pensa, o cara estava vestido de fadinha. Que moral ele tem? MUITA! Passei a época de faculdade sofrendo por causa dele. E digo mais, ele não era um Dom Juan, não gostava de ir onde eu gostava, mas me marcou. Por que algumas pessoas marcam e outras simplesmente passam?

Eu lembro das caras e bocas que ele fazia, lembro do cheiro, do beijo. Lembro do abraço. Eu lembro de tudo, como se fosse hoje. Lembro, inclusive, do dia em que eu disse que jamais o namoraria. Lembro do dia que eu quase bati nele e na menina com quem ele estava – eu sou brava, acha. Lembro de toda a sacanagem que ele aprontou comigo. E mesmo assim, quero vê-lo. Favor guardar os adjetivos carinhosos que você mentalizou agora. Eu sou idiota, eu sei. Eu sou babaca. Eu sou inconformada. Cadê ele?

A criatura mora em SP. Até onde eu sabia, estava namorando. E pasme, adorando na namorada tudo o que ele criticava em mim. Filho de uma… pi pi pi. Eu só queria ver. Uma vez. Queria saber como está. Se engordou, se emagreceu. Se continua lindo, pelo menos pra mim. Queria saber se está bem no trabalho, se vai se casar… Escutar a voz, olhar nos olhos. É muito?

Troca. Teve outro que demorou pra eu esquecer, mas esqueci. Quem é mesmo? Ele canta e deve estar morando no RJ. Não tenho notícias e não sinto falta.

Troca de novo. Ahhhhh, esse é mais recente. Esse me deixou louca por 3 anos, seguidinhossssssss. LOOOOOUCA. Me conquistou como ninguém nunca tinha feito. Voltou com a ex. Largou, me procurou. Voltou de novo. Arrumou mais duas namoradas e sumiu. Ele não tem nada a ver comigo, de novo. Veja bem, NADAAAA! Era o tipo de pessoa que jamais chamaria minha atenção na rua. Mas ele conseguiu a proeza de me deixar doida. Chorei muito, desejei muito, me esforcei muito. Ele está acostumado com meninas livres, que o seguem nesse vidão. Eu não sou assim, eu não fui criada assim. Como eu sofri…

Hoje, ele namora uma moça que, por ironia do destino, adora sertanejo. Mais, a acompanha nas festas e eu fico p*ta da vida. Comigo reclamava…

Tá. Parei. Pessoas marcam. Pessoas passam. Esse dois podiam passar logo, né? Dizem que ninguém substitui ninguém. Mas tenho certeza de que aquele que marca, uma hora passa. Ohhhh se passa. Só queria entender porquê marcam. Alguém!?

Que saudade…

A gente brinca, mas no fundo, sente falta. Quem não? Ok, fica difícil concordar com algo que você nem sabe do que se trata. Mas eu, se fosse você, concordava! O médico pediu… Que mané médico. Você vai concordar, eu sei.

Quem não sente falta de relacionamentos sinceros e duradouros? Eu sinto. Sinto falta da paixão. Aquela palpitação no peito, aquela ansiedade louca, aquele olhar, de 2 em 2 minutos no celular, o sorriso fácil,  as bochechas rosadas, os pensamentos alheios. Quem não sente? Eu sinto.

Sinto saudade das mensagens bobas. Saudade das palavras de carinho. Saudade dos olhares seguidos de beijos demorados.

Sinto saudade do abraço, do ciúmes – todo mundo tem, nem vem -, até das briguinhas bobas. Sinto muita saudade. E me sinto cada vez mais distante desta realidade.

Muitos irão dizer: você está sozinha porque quer. Porque é muito exigente, brava… Vamos lá, de uma vez por todas… Eu tenho sim um gênio cruel, mas eu tenho coração. Sabe nada, inocente! Mas não faz sentido, pelo menos pra mim, estar com alguém apenas por estar. Eu gosto de me apaixonar. Eu gosto de querer a pessoas comigo 24h. Eu gosto de surpresas. E ninguém mais consegue isso… ao menos comigo.

Os caras estão frios. Só querem diversão. Os que dizem querer algo sério, não sabem me conquistar. Eu me apaixono muuuuuito fácil. Me apaixono por atitudes, por sorrisos, por palavras. Sou bobinha de tudo.

Quando era mais nova, perdi meu manual de instruções. Quem o achou, me tinha na mão. Sabia distinguir até o meu “Vai lá”. Não durou muito. O manual foi jogado ao vento. Parece ter voado para tão longe que ninguém mais o encontrou! #chati

Sabe, não quero roupas de marcas, carros importados e as festas mais badaladas. Quero sim, um bom restaurante, uma boa bebida, uma ótima companhia. Não quero uma noite, quero continuidade, quero parceria, quero histórias!

Comigo, estão várias mulheres lindas, inteligentes e solteiras. Não sei como cada uma enxerga essa fase. Eu a enxergo com outros olhos, hoje. Enxergo com maturidade e sim, com exigência. Não quero tudo por nada. Quero tudo por tudo. Quero energia, quero pele, quero planos.

Que saudade… de me apaixonar! <3

1991

Hoje podia ser um típico domingo, mas não foi. Com o intuito de distrair um tio, que veio almoçar aqui em casa, resolvi colocar um filme: “Aniversário do Serginho -1991. Achei sugestivo. Achei interessante. Coloquei.

Parecia uma criança diante de uma mesa cheia de doces. Meus olhos brilhavam. E sabem por quê? No mesmo vídeo, revi meu pai, meu avô, minha avó, minha bisavó, uma tia e uma prima, que faleceram. É, em 23 anos muita coisa mudou.

Como é gostoso ver todo mundo pequeno. Os adultos todos de cabelos bem escuros e super esbeltos… Como é gostoso ver seu pai ali tirando fotos e pensar: eu tenho pra quem puxar. Como é gostoso ver seu avô declamando versos que ele mesmo compôs. Ver seus tios cantando. Ver o seu irmão, o aniversariante, no auge dos seus 2 anos de idade, entrando na dança. Ops, na cantoria.

Como é gostoso ver aquelas pessoas que você tanto ama ali, vivinhas. Ver você puxando seu pai pra ir buscar algo… Falando nele, nada mais divertido do que ver a sacanagem que ele fazia com todo mundo. Sabem aqueles bexigões? Ele enchia de farinha e doces. Quando estourava, deixava todo mundo branquelo. Eu tenho fotos assim. Eu toda de branco, cabelinho liso, ralo, toda infestada de farinha. DEMAIS.

É, em 1991 eu era feliz e sabia. Criança sempre é feliz. Eu apanhava dos meus primos maiores, levava mordida, beliscão, mas eu era feliz. Eu tinha meus avós, eu tinha meu pai, eu tinha minha prima. Eu tinha… Por que a gente insiste nesse verbinho possessivo?

Só por hoje eu senti saudades. Eu não queria beijo – hoje é dia de beijo! -, eu queria abraços. Abraços fortes, igual ao que meu tio me deu hoje. “Que delícia de abraço, tio”, falei pra ele. Ele me respondeu com um sorriso no rosto: “É bom abraçar, né?” E como é. Só por hoje eu queria O SEU abraço, pai! Te amo.

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O poder das suas mãos

Sempre fui muito descrente. Escutava que tinha mediunidade, que deveria sair por aí dando passe nas pessoas, e achava engraçado. Isso, engraçado. Eu, médium? Eu, passista? Ah, tá.

Até que ouvi mais de uma vez e comecei a sentir minhas mãos esquentarem do nada. Era uma pessoa vir conversar comigo e eu podia sentir a necessidade de energia.

Então, eu tomei vergonha na cara e fui saber mais sobre o assunto. Fui em um centro e me disseram que eu tinha que fazer um curso de 2 anos. Só não ri na cara da pessoa porque ela não tinha culpa de nada. Saí de lá desanimada. 2 anos? Eu só queria me aperfeiçoar e ajudar as pessoas.

“Zumfia, você sabe o que é reike? Vá saber”. E eu fui. Passei dias procurando cursos e encontrei. Era pertinho de casa. Cheguei lá e descobri que eu seria a única aluna do dia. Me senti meio mal. Mas ok, talvez fosse bom. Atenção voltada inteiramente pra mim.

Ouvi a história do Reike e fui submetida a uma sessão da terapia. É incrível como você  consegue sentir a energia do reikiniano! A região que ele está energizando sofre um aumento de temperatura na hora. É demais. Momento super relaxante.

Ok. Fiquei um dia ouvindo teorias e aprendendo a praticar. Voltei pra casa feliz, com um diploma na mão e uma apostila com algumas dicas. Então, minha casa começou a encher nos finais de semana. “Má, faz reike?”

E eu fiz. Em 1, 2, 3, diferentes pessoas. Na hora, eu sentia uma energia tão diferente. Uma mistura de passe espírita com o reike. Afinal, eles são diferentes. Mas não vim aqui ensinar a teoria…

Ao passar energia, sentia que minhas entidades se aproximavam de mim. Tinha medo de cair. Tinha medo de ficar fraca. Em algumas sessões, eu recebia intuições. Em outras, eu sentia a energia filtrar os órgãos da pessoa. Não, não é viagem!

Por conta do medo, parei. E as mãos continuaram a ferver. Até que um dia eu passei muito mal. Mas assim, muito mal mesmo. Não desejo pra ninguém a dor de estômago que eu tive. Aí, eu lembrei do guia, eu lembrei da minha “mentora” de reike, eu lembrei que eu podia e deveria usar a técnica em mim. Gente, sério, a dor passou na HORA. Eu dormi e quando acordei, estava renovada.

Pra quem tem dores frequentes ou apenas precisa relaxar um pouco, eu super indico. Façam uma sessão, façam o curso. Façam caridade. Eu confesso que, hoje, só tenho aplicado em mim. Mas prometo voltar a distribuir minha energia a quem precisa. Faz tão bem…

Sindrome de Burnout? Prazer, Mariane.

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Era uma quinta-feira à noite quando, sentada em minha confortável cadeira de escritório, eu acessei o Google e descobri que eu tinha uma síndrome, a Síndrome de Burnout. Oie?

Não sabia se eu ria ou se eu chorava. Quando pensei que a segunda opção, talvez, fosse a melhor, tive a certeza. Tem Burn aí e não é energético. #Oremos.

Como pode isso. É frustrante. Aos 27 anos, você descobrir que tem algo que nem sabia que existia. Ah, o mundo de hoje. Ah, o Google. Vem cá, te conheço?!

Voltando à síndrome,  você sabe do que se trata? A síndrome de Burnout é também conhecida como síndrome do esgotamento profissional (começou a se identificar, né?). Ela ganhou esse nome do psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. Se naquela época a coisa estava feia, imagina hoje! Tem mais Síndrome do que gente no país!

Bom, agora vem a parte que me deixou encabulada: a tal “dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional!!!” Hello, hoje mesmo eu postei algo sobre notas. Odeio o 8. O 7 é péssimo, o 9 começa a ficar bom, o 10 é necessário. Devo começar a me preocupar?! Guarde a resposta pra você, por favor. A propósito, tirei 10 em Marketing Internacional. Aí sim!

É o seguinte, o preço da égua é 120! Estou toda engraçadona hoje, só que não. (…)

Pensando bem, acho que eu não tenho a síndrome não. De vez enquando eu até apresento alguns sintomas; fico estressada, quero sempre fazer mais… Diria que se trata de uma idiossincrasia! Não? Idiossincrasia nada mais é do que a maneira peculiar como cada indivíduo reage aos agentes externos. Acho que, vulgarmente falando, podemos dizer de que se trata do seu gênio. E o meu é forte, hein. Mas calma, vamos voltar ao raciocínio. Acho que  essa síndrome maluca não faz parte de mim, é só fase, coisa de geminiana. Né? Diz que sim! Eu, ainda, não deixei de estar presente em eventos, sei trabalhar em equipe, assumo meus erros, não esqueço de dormir e comer (tem gente que esquece?!), beber (ah, esse eu não posso. Sempre esqueço).

Eu sou normal, vai! Quem não se estressa com o trabalho? Fica cansado a ponto de não querer sair de casa no fim de semana? Fica encucado com algum problema tentando resolvê-lo? Normal. Super normal. Dias de hoje. Correria, ansiedade.

Quer saber? Se a gente vivesse na Grécia Antiga, ia agora para a Ágora fazer um belo discurso sobre o assunto. Falei bonito? Difícil? Calma, ágoras eram praças públicas onde as pessoas iam expor seus pensamentos, suas ideias; um lugar de democracia. Cá com meus botões, nem preciso estar na Grécia nova ou antiga,  não preciso ter boa dicção e um argumento de parar multidões. O meu blog é uma ágora. É aqui onde eu exponho meus pensamentos, falo sobre o que eu gosto ou o que me deixa mal. Meu blog, minha ágora. Acho que vou mudar o nome lá em cima… Geminianas, tão confusas, versáteis, estressadas, cheias de síndromes… Amém!

Observação: Eu não sou louca, eu não fico buscando palavras alheias no Google e eu acho que tenho sim um pouco de Burnout. Mas não me julgue. Eu só queria ensinar a você o que o professor de Tecnologia da Informação e Comunicação, do meu MBA, passou pra mim. Se eu consegui eu não sei. Mas você está liberado; pode ir até a ágora e me xingar muito. Se a ágora for muito longe, pode ser no Twitter, no Facebook. Mas coloque o link do meu blog, isso aí se chama Link Building. Ah, o Marketing Digital… minha paixão! Beijo no ombro e… desejo a todas as inimigas nota 8. Eu sou boazinha!

“Se meu filho visse…”

Cheguei em casa na esperança de pegar o finzinho de um café da tarde delicioso que minha mãe havia preparado. Quer dizer, a Tia Maura, né! Tudo que eu comi era “Maura quem fez…”

Mas o ponto não é esse. Como de costume, cheguei, cumprimentei minha afilhada (ela sempre está no computador – dizem que puxa pros padrinhos!) e fui pra sala cumprimentar as visitas. “Nossa, que moça bonita, quem é?” Tinha gente nova no pedaço. Uma amiga da amiga da minha mãe. Sabe bem?

Comecei a rir e agradeci. Mamãe me deu educação. A mulher continuou: “Se meu filho visse…” OOOOOOOOOOOOOPA. Me interessou. Dei outro sorrisinho e fiquei na vontade de perguntar mais sobre o assunto. “Tenho dois filhos…” Dose dupla. Posso escolher. A pessoa já até mudou o semblante. A- ham. Vai vendo…

Sentamos na mesa. “Vou te apresentar um amigo do meu filho… engenheiro… fez UNICAMP”. Vem cá, mas e o filho? Vamos voltar nele… “O Rodrigo…” Tenho um pouco de medo deste nome, masss… Ela jogou a bola no campo e eu resolvi chutar: “quantos anos têm seus filhos?” Estava ansiosa pela resposta. E confesso que nessa hora queria ter saído do meu corpo só pra ver a minha reação. “Quarenta”. Eu até engasguei. “O mais velho?” Ela respondeu: “Não, o mais novo!”

Pausa pra eu rir de mim mesma. A cara da minha mãe foi impagável. Amada, eu tenho 27 anos. Lógico, quero casar, ter filhos, mas 40 anos?  Minha mãe não passou o briefing direito. Eu gosto de novinhos… Na atual circunstância, até 35 anos está ok. Passou não dá, não!

Fim da história: comi 3 broinhas maravilhosas e saí da mesa. Acho que não vou conhecer o moço da plataforma da Petrobrás, que é uma belezinha, simpático e super ligado à mãe e nem os dois filhos da amiga da amiga da minha mãe. O Senhor cupido está de pegadinha comigo. Mas eu não perco a esperança. Eu sinto que amanhã será um novo dia. Que venha o rodeio! Tchê tchê tchê!