Problemas? Oba!

Sabe aquelas aulas que te deixam animada e te fazem querer aprender mais e mais? Então, tive algumas delas no Módulo de Tecnologia da Informação e Comunicação do meu MBA. Aliás, se você estiver pensando em voltar a  estudar, eu super indico o Unisal. Estou terminando o MBA de Marketing Empresarial. A-M-A-N-D-O. E o melhor, lá você pode começar em qualquer mês. Você começa no módulo vigente e segue com a turma até completar todos os módulos. DEMAIS. Mas eu não vim aqui fazer propaganda do curso,  e sim do livro que dá título a este post.

Inspirada pelas aulas, resolvi comprar alguns exemplares sobre o mundo dos Negócios. Um deles foi: “Problemas? Oba!” , do Roberto Shinyashiki. Comecei a ler sem pretensão alguma. Aliás, sem expectativa nenhuma. Afinal, já me decepcionei muito com minhas aquisições; tenho dois livros sobre marketing guardados no armário! Não consigo ler por nada. E olha que os assuntos são legais, interessantes. Não dá. Mas esse…

Primeiro que o livro começa com uma “abertura” de Sergio Valente, o presidente da renomada agência Dm9. Ai, você vai lendo e vai se apaixonando. Caiu como uma luva pra mim. Estou numa fase difícil no trabalho. Desgaste mental e birra com um cliente. Aquela coisa. Você faz, faz e quem leva o elogio é o outro, que só erra. Mas ok, não vou ficar falando por aqui, porque descobri que as pessoas leem meu blog. E dirão que eu não sou profissional. Mas que a fase não está boa, não está. Estou cheia de problemas. Falou problemas? Oba! Estou treinando…

Então, começo a ler o livro e tcharãããã: uma luz se acende em minha cabeça. Como não vi isso antes? Estou no começo ainda, mas empolgada demais. Shinyashiki nos faz ver os problemas como desafios, soluções à vista. E eu amo isso. Aliás, sempre busquei no caos as oportunidades. Mas hoje em dia… Ok, eu precisava ler o livro e voltar a pensar assim.

Ele cita exemplos como o da TAM, quando o avião caiu e o presidente da empresa, Rolim, estava longe. O vice-presidente, que eu não lembro o nome, assumiu o problemão e tirou de letra. E sabe o que é mais legal? Ele conta tudo isso como se estivesse dando conselhos a um amigo, que ele diz ter sido o grande incentivador de sua carreira. Coaching a um precinho supimpa. Vale a pena. Fica a dica. Volto quando terminar. =*

Problemas? Oba!

Jornalista, eu? Às avessas!

Quando digo que sou jornalista, as pessoas crescem os olhos. “Jornalista?” Acho que me imaginam de terninho, no lugar da Fátima Bernardes. Que dó. Aliás tinha um tio em MG que sempre que eu ia visitá-lo, ele me recepcionava assim: “Mariane, a jornalista da família. Assisto a Globo todos os dias pra ver você!”. Nunca me viu. =(

Enfim, fiz sim, faculdade de jornalismo. Cheguei no curso totalmente despreparada e perdida. Odiava ler, aliás, não tinha lido um único livro para o vestibular. Escrevia no melhor internetês e não sabia o que era ficar de cócoras! Uai, preciso saber tudo? Eu assumo. Não sabia mesmo.

Mas não foi só o hábito da leitura que eu aprendi por lá. Aliás, que aprendizado. Nas minhas primeiras férias escolares, li 7 livros. Meu professor ficou chocado. E não eram Auto-ajuda não. Grandes escritores, como Jose Saramago, Albert Camus e assim vai. Um progresso e tanto.

Porém, contudo, todavia, nunca me considerei uma jornalista de fato. Nunca trabalhei com jornalismo, nunca fui politizada, nunca dei um furo de reportagem. Aliás, odeio gente que banca o culto, intelectual, que escreve artigos em redes sociais, fala de política como se fosse um político e filosofa tudo quanto é assunto. Jornalismo, pra mim, é só o ato de escrever e ler. É o que eu amo. Não me pergunte nome de jornalistas, não me pergunte opinião sobre política e assuntos sociais. Adoro caridade, adoro ajudar, mas não discuto política social. Desculpa.

Aliás, sou uma jornalista às avessas. Sou totalmente parcial. Tenho opinião sobre quase tudo, mas nem sempre a exponho. Odeio mentiras, falsidades e omissões. Jamais conseguiria trabalhar em um veículo em que eu tivesse que omitir fatos porque o babado é sobre um grande anunciante do jornal. Pelo amor. Se é pra ser imparcial, tem que cumprir. Sou extremista sim. Sou sincera, transparente e gosto das coisas certas.

Na verdade, este texto tomou um rumo diferente. Ontem, deitei a cabeça no travesseiro e veio em mente um texto mega divertido. Fiquei com preguiça de me levantar e esqueci tudo. Sempre acontece comigo. Toda noite… textos surgem, prontos. Prometo que da próxima vez, eu me levanto e registro tudo. Combinado? Lembre-se que se assim for, não sai caro. =*