Rir é o melhor remédio

Você vem aqui, fala que está com saudades, que quer saber se a pessoa ainda existe, que se lembra dela e bla bla bla. E o que a pessoa diz? “Que coisa, né?!”

Não sei se o cara nasceu com o rei na barriga ou fui eu quem consegui fazer com que ele me odiasse. Juro que minha memória é péssima e eu não me lembro de ter feito algo muito grave. Será que eu fiz?

É…algumas pessoas passam e outras não. Mas tudo é subjetivo, né? Pra mim, ele marcou; pra ele, eu passei. E passei voando… como um anjinho! HAUHAUHAUHAUAHA

Quer saber? Não acredito em conto de Fadas. Aliás, muito menos nas Fadas pequenas. “Que coisa, né?” Eu entendi o recado. A partir de agora, a inspiração morreu. Cansei de fazer papel de boa moça. #partiu

Pode?

Não sei se isso acontece com vocês, mas comigo é direto. Estou no Facebook subindo fotos, aí vejo os feeds de algumas pessoas e me dá vontade de procurar o que eu não quero achar. Pulo de galho em galho, descubro coisas que me deixam felizes – em raras vezes – e continuo procurando… Até que eu caio naquele perfil que eu esqueço e lembro, esqueço e lembro, há 7 anos ou mais. Ó céus.

Foi isso que acabou de acontecer. Fui procurar fotos de uma pessoa e lembrei de outra. Procurei, não consegui ver nada. Lembrei, chorei, fui reler. Sabe aqueles meus textos falando do carinha da faculdade? Então! Por que a gente faz isso?

Reli, voltei no tempo, olhei pra foto, sorri e chorei. Chorei e sorri. O que seria isso, meu Deus?! Ele lembra outro. O outro lembra ele. Mas cadê ele?

Sempre fui orgulhosa, mas quando quis, corri atrás. Não tem essa de “não pode correr atrás”. Acho que tudo tem limite e que todo mundo deve ter amor próprio. Eu sempre tive demais. Mas eu também tive recaídas. Mandei mensagem, gritei pra todo mundo ouvir que eu estava com saudades.

Hoje eu caí, de novo. Caí na besteira de engolir o orgulho. Mandei um e-mail. Um e-mail sem nada, com apenas um link. O nome: “leia se quiser”. Talvez eu desperte a curiosidade e ele leia mesmo. Mas será que ele ainda usa este endereço de e-mail? O que será que ele vai sentir? Será que ele vai responder? O que está por vir? Eu não sei. Entre lágrimas, eu só espero uma coisa: que ele leia. Leia o quanto marcou minha vida, o quanto faz falta, o quanto eu desejo revê-lo. Quero que leia o meu momento de inspiração, que volte no tempo e se lembre… daquela menina que ele conheceu anos atrás!

Será que isso vai acontecer? Como eu queria entender…