A sua história de @mor!

Em alguns posts atrás, falei sobre um livro que estava lendo, lembram? Pois bem, devorei o livro. AMEI! Assim, de não querer dormir, só pra ler páginas e mais páginas. Quer saber? Estou esperando a continuação. Sim, a última frase do livro é: “continua…”. Cadê? Cadê?

Masssss… enquanto não chega, vou colocar aqui um desabafo que fiz em 2011. Não sei até que ponto você, leitor, me conhece, mas já tive uma história parecida com a do livro. Um “relacionamento virtual”, que não saiu da rede. Fui enganada por alguém que até hoje não deu as caras. E a curiosidade? Ah, o tempo dá jeito nisso…

Foi tenso. A palhaçada começou em 2010, em um grupo de contatos do MSN. Sim, eu usava naquela época. Acho que peguei birra (risos); odeio mexer lá agora. Bom, conheci uma pessoa lá. Foram 6 meses de telefonemas, mensagens, e-mails e muita ilusão. Sofri muito. Passei meu carnaval chorando… Só de lembrar, eu me sinto uma idiota. Mas enfim… abri as minhas ‘notas’ no facebook e encontrei isso aqui:

“E aí que a vida é um ciclo e os fantasmas reaparecem. Você pensa: Nossa, como a pessoa escreve errado, como tudo pode acontecer. Nossa… Nossa o que? Foi bom pra você! Fazia sentido, mesmo não tendo um pingo de sentido. Você tinha alguém que te ligava 24h por dia, que falava com você o dia inteiro… que dividiu emoções, mesmo que falsas… e era ‘virtual’… você não gosta de uma vida assim? Você não tem medo da vida real? Você não foge de relacionamentos? Qual é a sua, minha filha? Qual é? Uma mensagem apita: você por aqui!? O que tem feito? Está com alguém? VAI PARA A P*TA QUE TE PARIU. Obrigada! ”

O que dizer? Eu ri. Faz sentido. Por que será que eu curti tanto o livro? Porque eu vivi aquilo!!! Eu gostava de ter alguém me bajulando, mesmo que fosse só virtualmente! Era bom. Eu tinha com quem trocar confidências. Eu tinha com quem fazer juras de amor(?). Mas né… tudo acontece quando deve acontecer.

Hoje, penso diferente. É bom, cura a carência, mas cadê o real? O carinho? O abraço? O olhar!!! Uma hora a gente acorda e percebe que o verdadeiro relacionamento começa no real e usa o virtual apenas para aproximar, ainda mais, as pessoas. Pode ser? Difícil, né? Eu só queria… deixa pra lá!

 

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