Eu e a dieta low carb

Há exatamente 1 semana comecei uma dieta chamada de low carb. Em poucas palavras, um sofrimento chamado “você não pode comer doces, pães, massas, frituras, snacks e nem tomar refrigerantes, bebidas alcoolicas e sucos de frutas”. Sabe aquela história do “em uma semana perdi 7 dias”? hahaha Brincadeira. Eu emagreci.

O fato é que eu estava muito ansiosa, comendo descontroladamente – em uma semana engordei quase 2kg (sério). Todo dia tinha que comer um chocolate. Na minha cabeça, “eu merecia” esse mimo. Até a balança ir me mostrando que x+1= y. Não se fala em peso publicamente. =)

Bom, depois de pesquisar muito sobre o assunto, tomei a decisão de tentar. Só não estou sofrendo mais que no SPA porque lá foi punk demais pra ser verdade.

Achei que eu amava queijo, mas há limites. Cadê meu chocolate? Meu leite condensado com granulado? Cadê?

O primeiro dia foi o mais difícil, porque não sabia o que comer. Depois, fui buscando receitas pra fazer. Sério, como é difícil não ter pão. A gente coloca tudo dentro do pão… queijo, manteiga, carne. Sem pão. E sem arroz e feijão. Mas até aí ok. Doces? Nada ok.

Busquei soluções pra não pirar. Chocolate 85% cacau. Permitido em momentos em desesperos. Tenho comido todo dia. Estou desesperada. E parece sal. E não é bom, mas psicologicamente me deixa menos triste. Já experimentou? Comprei um da marca “Casino”, lá no Pão de Açúcar (que ironia esse nome de mercado, neste delicado momento), caso você queira sofrer também.

Frutas? Pode coco, morango, abacate, cereja. Melão controlado. Abacaxi não. Eu comi. Estava tão docinho…

Não pratiquei exercícios. Tomei um gole de guaraná em um dia. E perdi um quilo. Fiquei feliz. Se é que a gente consegue ser feliz assim…=(

Gelatina virou melhor amiga – só não achei uma boa de abacaxi; além de ser low carb não pode ter sódio e outros ingredientes. Como faz? Aliás, a gente aprende a ler as embalagens. Fui comprar iogurte natural e os bichinhos tinham 12g de carboidrato. Deixei na prateleira. Fui pegar gelatina e me vi com 2 opções. Li os ingredientes e segui com o que tinha menos deles. Sim, fique sempre com  a lista menor de itens.

Estes dias fiz fricassê de frango. Ficou maravilhoso. No outro, omelete. Até um pão nuvem eu aprendi. Não tem gosto de nada, mas o cream cheese salvou. Entrar em um grupo fechado do Facebook foi enriquecedor. Altas dicas. #ficadica

Bom, o duro foi almoçar fora. E aí, José? Salada, ué. Com pedaços de peito de peru. O molho não era permitido, mas foi. Fuja de tudo que está pronto, enlatado, industrializado. Mas ele era rosé, tão bonitinho, tão gostosinho. Eu merecia.

Vira e mexe, almoço num self service que tem churrasco. Sim, churrasco pode. Queijo pode. Salada e legumes são obrigatórios. No copo, água. Às vezes com limão. Falando nisso, como é difícil ter que ingerir essa duplinha na night. Foi cruel.

Sim, sair e beber água com limão é dose. Ainda mais quando se vai a um PUB, onde todos estão com chopps na mão. Sabe como chama isso? Força de vontade.

Eu estou firme e forte – quer dizer nem tão forte. Não sei por quanto tempo. Minha meta é eliminar 3kg e parar de consumir tanto doce e fritura – ai meu santinho da batata frita!

Faltam 2kg. Faltam 20 dias. Só por hoje eu consegui. Você também consegue. Vale tentar. Leia bastante. Busque informação. Se quiser um apoio moral, comente aí embaixo. Responderei sempre com dicas leigas.

Ah, não podia faltar o: procure um nutricionista. Eu não procurei. Mas né, ditados, adoro eles: “faça o que eu digo e não o que eu faço”.

Hora do super amargo. Bjos sabor 85%.

 

Nane Saraiva em ação

Existe uma grande diferença entre as pessoas normais e eu. Minha mãe fica brava: “precisa responder isso? Está explicado porquê os caras somem”.

Dada a devida introdução, vamos aos fatos.

 

Quando um carinha manda: - Agora que você está falando comigo, eu estou ótimo.

Uma pessoa normal responde: - Hmmmm… que romântico. Quando vamos nos ver?

O que eu respondo: - Sério? Você tem potencial. Tenho certeza de que consegue me enviar algo melhor. Tente de novo.

 

Quando um carinha manda: - E aí quando vamos nos ver novamente?

A pessoa normal: - Hmmm… estou livre amanhã. Onde vamos?

Eu:- Você não desiste? Acho que deveria!

 

Quando um carinha manda: - Do que você gosta?

Pessoa normal: - Barzinho, cinema, sair pra jantar…

Eu: - Chocolate, wifi, rodeio…

HUAHAUHUAHUAA

 

Quando um carinha manda: - Por que você quer saber minha altura?

Pessoa normal: - Pra saber se eu vou de salto baixo ou alto… =) <3

Eu: - Porque eu não nasci pra usar rasteirinha. Vivo de salto. E não, não curto homem baixinho.

 

Quando um carinha manda: - Nossa, que corpo lindo que você tem.

Pessoa normal: - Obrigada. Eu me cuido bastante. Você pratica algum esporte?

Eu: - Corpo não define ninguém.

 

Não é que eu seja grossa, mal amada ou arrogante. É que esses carinhas têm cada pergunta, né? Hahaha

Estes dias eu disse pra um cara que ele era “médium” (espírita). Sabe o que ele soltou? – Não posso ser “grandium”?

Seu Saraiva, perdão, mas o senhor ficou pra trás. Aqui a tolerância é menos 5. Ah, vá!

Você não sabe, mas eu estou na sua!

Há alguns meses, em um encontro com amigos, ficamos relembrando o passado. Aquelas velhas e deliciosas histórias de carnavais.

“Ele chegou na festa e disse: é aquela ali que eu quero. E apontou pra você”. Oie? Eu fiquei chocada. Sério. Nunca imaginei essa situação. Nunca soube disso. Nunca fui avisada. Como pode?

Não foi a primeira vez e talvez não seja a última. ”Ele veio aqui por você. Ele não queria ela…” “Ele é a fim de você, você nunca percebeu?”

E por que a gente não fica sabendo mesmo? Na época? Por que só depois as pessoas contam?

Não que fosse acontecer algo, mas ficar sabendo depois, não vale. Ou vale.

Eu sou dessas. Que é vítima, mas que também tem culpa no cartório. Já gostei sem falar, sem avisar, sem dar um sinal se quer.

Acho que é bobagem, que se tiver que acontecer, vai acontecer… e parece que nunca acontece (ô dó). Não na época que eu desejei. Assim espero (risos).

Mulher é assim. Humano é assim. A gente fica carente. A gente pensa nas possibilidades. A gente acredita que “o amor pode estar do seu lado”.

Falando nisso, a última vez em que eu acreditei nessa história, eu me lasquei. Contei essa? Estava no Carnaval de Muzambinho, perdida, quando encontro um cara muito GATO e alto… e… lê o post, mais fácil: Meu Amor de Carnaval. Então, ele estava do meu lado, mas não era o meu amor.

O fato é que nestes últimos dias, eu quis muito que uma das frases acima fosse verdade. Esperei muito um convite, uma mensagem, um sinal dos astros. E nada aconteceu.

Se eu fiz algo pra facilitar? Nops. Se eu dei a entender algo? Nops. Melhor ele achar que nunca terei nada com ele… Não? Sim. Passou, passou.

As vontades passam. Os desejos… Se eles não são saciados no momento que estão à flor da pele, perdem a força; viram apenas memória.

Será que um dia eu vou chapar o coco e soltar um “eu já fui a fim de você, sabia?”. Acho que já dei uma dessas. Não lembro. Mas com certeza. Nos meus momentos “sincericídios”, na internet – onde todo mundo fica mais corajoso -, depois de uma taça de vinho… quem sabe? quem viu? quem foi?

Não sei. Nada sei. Tudo sei. Nada quero. Tudo quis.

Passado, presente, futuro. Será que sim?

Você não sabe, mas eu ESTAVA na sua!

Eu estou tão cansada…

Eu estou um pouco cansada. Cansada das pessoas falando mal uma das outras. Cansada de brigas. Cansada de desastres. Cansada da roubalheira do governo. Cansada de mimimis…

Porém, existe um cansaço que está sendo alimentado há anos e que não tem fim.

Estou cansada de ser procurada quando o seu relacionamento atual não dá certo!

Às vezes, eu até me lembro de você. Quando o seu time vence, quando uma música começa a tocar, quando fazem uma piada que só você fazia, quando vejo uma foto, uma fantasia, ouço falar de um lugar…

Eu me lembro, mas guardo a lembrança pra mim. Ok, você pode dizer que em um desses momentos, eu até te mandei uma mensagem despretensiosa. Alguma mensagem regada a álcool. Mas parou por aí.

Eu não falei que fico pensando em você, que estou com saudade e, muito menos, te chamei pra sair. Você faz parte do meu passado!

Eu também tive outros relacionamentos que não deram certo, mas nem por isso eu peguei minha agenda telefônica e saí enviando mensagens.

Muitas coisas não dão certo na vida da gente. Bola pra frente. Viver de passado? Esse tem sido seu maior erro.

E não vem me dizer que me procura porque gosta de mim, porque sente minha falta. Se gostasse, estaria comigo e não com outra.

Não adianta falar, também, que é muito mais fácil mandar uma mensagem pra mim, que já passei pela sua vida, do que tentar conquistar uma pessoa nova.

Eu não sou step, eu não sou obra de museu, eu não sou o amor da sua vida. Será que é tão difícil de entender?

Cada vez que você me manda uma mensagem, eu vou buscar seu status de relacionamento. E quando vejo as fotos apagadas e o “solteiro” em letras garrafais eu penso: ‘que idiota!’

Os tempos mudaram, baby. Se antes eu caía na sua ladainha, hoje eu só lamento.

Lamento por não ter conseguido manter o “eu te amo” que você disse tanto a sua ex. Lamento por não ter conseguido transformar o desejo e a paixão em amor. Lamento, só lamento.

Estou tão cansada…

Não, o problema não é você, sou eu… que amadureci! =*

Quem nunca? Que dê o primeiro like!

Estes dias estava eu na academia, divagando no meu momento esteira linda, quando me veio em mente: “meu, tem like que vale mais do que palavra”. Opssss, a luzinha amarela acendeu em cima da cuca. Certeza que ia ser sucesso a constatação. E não é que foi mesmo?!

Só uma observação desnecessária (sim, desnecessária, mas eu quero falar). Não me lembro se naquele dia eu havia recebido um desses likes premiados, brilhantes, de fazer os pezinhos de galinha aparecem em nosso rosto. Sabe bem? Sorrisão, entrega da idade… Pois bem, maldita memória. =(

O fato é que eu joguei a frase no meu Facebook e fui acompanhando os likes. Houve até quem comentasse – mesmo o like já valendo. Demais! E é sobre o desdobramento dessa máxima que eu vim falar hoje. Hora de fazer alongamento com o pescoço. Modo concordar. Pra baixo e pra cima. Vamos. Se não concordar, pescocinho pra um lado e pro outro. O importante é se exercitar!

Estou fitness, estou chata, estou me sentindo engajada demais. Preocupante!

Enfim, vamos combinar, faz muuuuuito sentido. Você posta uma foto e aquele seu paquerinha antigo, que hoje namora, dá um like. É o ápice do êxtase! Ele não precisou dizer nada – “tá linda, tá gata, eu pegava, uau, fiu fiu”. Nada. Ele apenas curtiu! E você? Sorriu, deu beijinho no ombro, piscou 10 mil vezes, arrumou o cabelo, olhou no espelho e pegou o celular. LARGA DELE, hein. O menino namora. Contente-se com o “like”.

Outro. Você posta foto com algum amigo e aquele seu paquerinha curte. Poooonto. Ele não precisou dizer “tô vendo, eu vi, quem é?”, ele apenas deu um clique e… entregou a mensagem com êxito. “Tá com ciuminho, tá com ciuminho…” =p

Vamos mudar de exemplo. Você postou uma indireta para aquela sua amiga chata que vive reclamando no Facebook. Ela foi lá e curtiu o post. Pronto, mordeu a isca, leu o recado. Precisou dizer algo?! Eu amo os “likes”. <3

Bom, não tem jeito. Tentei mudar o exemplo, mas os likes dos paquerinhas sempre são os melhores. E confesso, eu já dei like querendo dizer algo. Sim, o famoso “eu vi”. E também já deu “like” pra chamar atenção – “olha eu aqui, eu estou viva, me procura, me chama pra sair, diz que sou o que você sempre quis!” Existe uma música com esse final, né? Loucura, loucura loucura!

Quem nunca? Que dê o primeiro like, ali em cima! =p

Ah, os Likes… eles valem mais do que mil palavras!

Minha vida na outra vida

Minha vida na outra vida

Toda quarta-feira eu tenho um compromisso com minha fé. Entre tantos sorrisos, surpresas, choros, velas e banhos de defesa, um assunto mexeu muito comigo: a reencarnação.

Estava no hospital visitando um tio quando recebi uma mensagem: estou grávida. Na hora, uma prima, que estava comigo, disse: é o seu pai que vem. Oi?

Sei que ela não disse por mal. Ela apenas reproduziu a intuição que teve na hora. E eu não recebi a notícia como ela esperava. Fiquei muito mal. Chorei por semanas. Desconfiei da minha própria religião. Como assim, meu pai reencarnar na mesma vida?!

Não aceitava. A notícia se espalhou. Todos ficaram felizes, menos eu. Como eu falaria com meu pai? Como ele cuidaria de mim? Como ele seria, agora, meu primo? Não, não e não.

Fui ao centro descrente, chorosa. Tomei um sermão. Eu devia ficar feliz. Se meu pai estava reencarnando era para o seu próprio bem; ele havia pedido por isso. Mas como falar isso pro meu coração…de filha?!

Só me conformei quando desmentiram a tal reencarnação. “Seu pai vai voltar sim, mas não agora!”

Esqueci o assunto. Voltei a sorrir e acreditar na religião. Até que um dia, o assunto veio à tona de novo. E o choro foi involuntário. Um dia ele vem…

Vendo minha reação ao assunto, o guia indicou um filme: Minha vida na outra vida. Alguém já viu? Assisti hoje. Nem preciso dizer que estou 200g mais magra, de tanto chorar, né?

Lindo. Em poucas palavras, uma mulher começa a ter lembranças da sua vida anterior. Ela lembra de seu marido, seus filhos… e vai atrás deles. É sensacional.

Terminou e eu fiquei pensando. Será que um dia eu terei lembranças deste tipo? E se meu pai voltar, será que ele vai se lembrar de mim, do meu irmão, minha mãe? Como funcionam essas lembranças?

Acho que o intuito do filme era ilustrar o fenômeno; me acalmar. O efeito foi ao contrário. Me sinto cheia de dúvidas. As interrogações me perseguem. Como?

Como ele vai reagir ao me ver novamente? Como eu vou reagir o vendo em outra vida? Ele vai se lembrar de mim? Vai me abraçar com carinho? Vai lembrar de fatos? Detalhes? Vai me olhar nos olhos? Vai ser grudado a mim? Como vai ser?!

Enquanto isso não acontece, ficam as dúvidas. A certeza? Só de que o futuro a Deus e aos nossos pedidos pertence.

O que será que eu pedi lá em cima, né?

Saravá, meu pai!

Te vi no Lulu

De repente, virou uma febre. Na minha timeline, machucados se lamentando. “Queria ver se tivesse um aplicativo masculino…” Ao meu ver, muito latido pra pouco cachorro. Como é mesmo o ditado?!

O fato é que os meninos estão preocupados. Se vão queimar seu filme? Não, vaidade mesmo. Eles querem saber o que as LULUs estão comentando sobre eles. Quais as hashtags selecionaram e assim vai – muitos têm pedido print screens diários para saber a evolução de seu perfil!!!!

Não me aguentei. Baixei o aplicativo. Se você é leigo no assunto, eu explico. Trata-se de um app para celular só para mulheres. Lá, como nos encontros femininos, as mulheres fofocam sobre homens. Elas falam os pontos fortes e fracos de cada um deles. Objetivo da brincadeira: alertar futuras paqueras; vai saber com quem você está saindo, né? Hoje em dia…

O que virou: zueira. E não tinha como não virar. Fui avaliar uma pessoa pra ver como é. Meninos, vejam como o programa é bobinho. Tipo um Quiz. Primeiro você diz se o cara é seu ex-namorado, se você já ficou, se está a fim… Aí, ele põe situações. Tipo, se você ficasse com o cara, ele: (  ) não ligaria no dia seguinte (  ) te esnobaria  (  ) compartilharia um segredo seu… E assim vai! No fim, eles mostram um monte de tags pra você escolher (ninguém inventa tags, elas estão prontas. HELLOOOOOOO). #valemenosquepãonachapa. Puseram essa pra um primo meu, chorei de rir.

Tem umas muito boas: #safadonamedida #apaixonadopelaex #pagaaconta #escrevecartasdeamor #bemcriado #bompartido. É divertido demais.

E, por fim, o aplicativo analisa suas respostas e dá um nota ao rapaz. Vocês acreditam que tem carinha com nota 9,8 chorando por estar ali? Ah, vá! Use isso a seu favor, meu bem. Quando dizem que você tem #mãosmágicas ou #trêspernas, é pra você se sentir elogiado. Não?! hahaha

Confiram imagens abaixo:

  (Começando a avaliar alguém)

(Perfil da pessoa avaliada)

(Hashtags usadas nas avaliações)

(Métricas do avaliado)

(E o mais engraçado, uma auto-avaliação)

Agora, se você viu tudo isso e não achou a menor graça, fica aqui a dica de como deletar seu perfil do Lulu: acesse luludude.com e clique em “desativar conta”, no canto inferior esquerdo da página!

Pra finalizar, por favor, parem de pedir prints. O programa é muito lento e está congestionado. Ah, e eu não tenho paciência pra ficar esperando. beijos de luz #bocademel

 

Já ouviu falar do Tinder?

Estava eu lendo a Revista Nova do mês quando me deparo com uma matéria sobre comportamento/relacionamento. Quase não gosto. Devorei as letrinhas. Achei divertido demais e queria estar no lugar da personagem. Quem sabe?

O fato é que, na matéria, a fulaninha citava um aplicativo de encontros. Oi? Que será que é isso? Tinder, se chamava. Pouco curiosa, baixei o aplicativo na hora. Nunca ri tanto na minha vida! Acordei no outro dia com um “Parabéns, você tem um encontro”. Mas vamos por partes…

Você se cadastra e o aplicativo procura homens solteiros na redondeza (meninos, procura mulheres também. Wreal). Sim, ele procura, em um raio ‘x’, os solteirões que podem se tornam o seu próximo grande amor.

Assustei. Achei que só ia dar gente “zuada”. Nãoooooooo. Meninas do céu, baixem o aplicativo AGORA. Tem muito GATO por lá. Óbvio, existem aqueles que colocam fotos sem camisa pra mostrar o quanto suam na academia, os que colocam fotos de viagens, pra pagarem de riquinhos, os que usam só fotos de óculos – que sol, né? Maaaaas existem muitos outros interessantes!

Você tem 3 opções: mandar um X (não combina comigo, por favor não apareça por aqui mais), passar para o próximo (quem sabe amanhã você está com um humor diferente e gosta daquele solteirão que não te agradou no dia anterior?!) ou mandar um lindo <3, se o cara tiver tudo a ver com você! Aí, é só esperar ele ver sua foto e mandar o <3 também! Quando isso acontece, o programa abre uma tela linda, que me fez rir horrores, diga-se de passagem: Vocês combinam, que tal conversar? Aí, já era. Abre o chat, vocês conversam e… só Deus sabe o resto. Manda ver!

O ponto negativo do Tinder: encontrar conhecidos, primos e carinhas  com quem já  trocou algumas bactérias e não poder zuá-los (afinal, você também está ali, HELLO).

O mais legal do programa: Conhecer gente nova, que está tão pertinho de você – muitas vezes no círculo de amigos de alguém muito próximo –  e encontrar antigos affairs. Se o coraçãozinho combinar, já era. REMEMBER IT!

Bom, eu abri vários chats, mas continuo conversando com um ou outro. Poucos são, de fato, interessantes. Em outras palavras, bonitos, legais e inteligentes. Quem sabe?

Só um alerta. Muito cuidado, esse treco vicia!

Ah, aproveito e mando um beijo pro Ivan. Aquele do Tinder, que foi pro Whatsapp. Que não tem juízo, que não resiste ao encanto da ex, que é fanfarrão, sem juízo, de novo, e me faz rir um bocado todos os dias. Ganhei um amigo. Valeu, Tinder! =p

Minha paixão platônica

Eu sempre brinco que tenho uma paixão platônica por um certo blogueiro. “Sabe o meu amor… coraçãozinho com as mãos… aiii” Não passa de brincadeira. A real é: se pudesse pegava, como não posso, brinco. Só. Paixão é outra coisa, bemmmmm diferente disso.

Mas não vim falar do Cid (momento oummm s2). Vim falar sobre paixão platônica. Aquela que alguém, de carne e osso e sem blog, diz ter por você. Oie?

No dicionário, platônico quer dizer: De carácter espiritual, sem desejo sexual (ex.: amor platónico; relação platónica); Ideal. Hummm, vejamos, senti uma pitada de respeito nesse sem desejo sexual (risos). E o caráter espiritual? De outras vidas… Está interessante o negócio.

No fim da noite, naquele momento em que eu paro, leio e releio as minhas mensagens e depois as deleto (sim, faço todos os dias, depois conto o porquê), resolvi mandar um SMS. Sincero, não platônico ou ideal. Um torpedo. “Saudades de você”. Sem desejo sexual, sincero, repito.

A pessoa demorou, mas no outro dia respondeu. Em seguida, perguntou se eu tinha bebido. Oie? Bebido o que? Água? Sim, 2 litros por dia. Eu sigo as instruções da nutricionista! Não, eu não havia bebido. É coisa de bêbado sentir saudade? Gente sóbria não sente? Ok!

Não sei o que se passou na cabeça dele (nem na minha eu dou conta!), mas logo ele me mandou: você é minha paixão platônica. Vejamos. Eu, paixão de alguém. Eu, que vivo solteira, procurando o príncipe encantado. Mas calma, a paixão é platônica, quase de irmã! Não? Ok, não. Não tive reação. Não acreditei. Mas vim falar sobre o assunto. Sabe o que é? Saudades…

Uma eterna apaixonada

Eu queria fazer uma montagem de como os caras acham que é meu fim de semana (repleto de gatinhos, affairs e uowww) e como ele realmente é (em família, lendo livros ou trabalhando). Ok, exagerei. Os eventos me fizeram sair da zona de conforto e ir pra bagunça. Mas calma. Uma bagunça sadia. Nada do que eles acreditam acontecer.

É… porque eu falei isso mesmo? Eu vim até aqui para tentar tirar de mim o sentimento de amargura, de mãos atadas. Ai como ela é exagerada. O fato é que eu passo uma imagem para as pessoas que acaba me prejudicando. Sim, eu tenho sentimentos, eu me apaixono, até demais.

Um fim de semana é suficiente para minha cabeça pirar, pensar só na pessoa, querer falar, estar junto. Eu me descobri possessiva. E imediatista. AGORA. Se a pessoa não dá as caras, eu entro em um pseudo-surto. Como assim? Por que não respondeu?! E quando ela responde, eu sorrio gostoso, igual criança quando vê doce, ganha brinquedo ou é jogada pro alto. Criança adora aventura, né? As minhas amam.

Eu pensei. O fim de semana inteiro. Eu pensei por que gosto ou por que estou carente? Nisso eu não pensei, confesso. Mas pensei, senti ciúmes, idealizei, chorei. Fala sério. Um mulherão agindo que nem menininha…

Sabe o que acontece? Desequilíbrio emocional. Se as pessoas que me desejam mal soubessem quantos obstáculos eu supero por dia, jamais invejariam minha vida. Eu me sinto guerreira. E digo isso em relação à família, trabalho e paixonites agudas.

O que faz um ser dar mancada com você mais de uma vez, sumir e do nada mandar um “saudades de você”? Isso desestrutura! Eu perco meu chão. E aí, frágil, eu viajo. Sou ignorada, tratada na maior secura da vida. Eu fico mal, mas tento não demonstrar. A bebida me consome, me deixa ainda mais sensível e eu escuto coisas que não devia. “Eu gosto de você, de ficar com você…” Por que, meu Deus?

Eu choro, eu fico feliz, eu misturo tudo. Olha que beleza. E nada adianta. É só diversão. É só “delicinha”, enquanto dura. Não passa disso. Pra que alimentar algo? Pra que? Não vai pra frente, não tem nada a ver. Paixão ou carência? Acho que fico com a segunda opção. Sempre foi assim. Uma viagem, alguns dias de convivência, pensamentos dominados. A paixão sabe meu fraco!

Eu penso, esqueço, penso em outro, esqueço e assim vou caminhando. SOZINHA. Será esse meu destino? Acho que preciso namorar… alguém disposto a surpreender?! Aceito currículos. Um beijo da eterna apaixonada… Ah, sábado tem festa. Quem vamos?  Só pra descontrair!