Ele me abraçou

Qual o melhor remédio para um dia complicado? Começa com A e termina com ÇO. A-BRA-ÇO.

Como eu amo um…

Ontem foi um dia osso. Daqueles que em um dia do passado eu chutaria o balde e diria um lindo “tchau”. Saí tarde do trabalho, faltei na última aula do meu curso, fui no supermercado e me afoguei em um chocotone. Comi metade dele. Ó céus.

Quando fui deitar, já estava mais calma, mais consciente. Mais preparada para o outro dia. Mas ainda faltava algo.

Sou a doida dos sonhos. Tenho cada um… E hoje não foi diferente. Estava em uma casa estranha, muito alta. Em cima do telhado dela tinham caixas, objetos, sei lá. E do nada, eles começaram a cair. Uma delas tinha um monte de documentos e fotos. Fotos antigas, de quando eu e meus primos, meu irmão, éramos crianças. Falando em crianças, eu estava com algumas, mostrando estas fotos.

Quando olhei pro lado, vi meu pai!!! Mostrei algumas fotos pra ele. A gente riu. E eu contei pras crianças o que ele, meu pai, fazia com a gente.

Em determinado momento, sabe-se lá porquê, eu perguntei: você não vai me dar um abraço?

Que abraço. Era tudo o que eu estava precisando. Um abraço acolhedor. Um abraço que dizia: calma, filha, eu estou com você.

Pensa em um encontro emocionante. Que noite. Que sonho. Que Pai. Muito obrigado pela visita!

 

Pra que dormir 8h?

Quem me conhece sabe o quanto eu sou fissurada pelo verbo ‘dormir’. Amo de paixão, de amor, na vida. Amo mais que comida! Massss nem sempre consigo me presentear com as 8h merecidas de sono. Sou ansiosa, tenho insônia, mil ideias à noite e gastrite.

Era ali que eu queria chegar. Não sei se vocês têm este diagnóstico, mas 3 em cada 5 pessoas com as quais convivo têm. Doença do século, do ano, sei lá do que. Que karma.

13 dias sem remédio, estava eu. Feliz, controlando meus pensamentos. Os médicos e os médiuns dizem que tudo é fruto da nossa cabeça. Auto-terapia nela.

Funcionou por mais de 10 dias. Quebrou o brinquedo. Que dor. Que sensação horrível. A cabeça? Pirou com pensamentos horríveis.

Não teve Reiki, oração ou toalhinha morna que resolvesse. Não teve jeito. Tomei o maldito remédio. Mas não fez efeito rápido. A situação estava crítica. 2, 3, 4, 7h30. Foi na hora de levantar que eu consegui dormir.

Pensava nas pessoas com dores crônicas, oncológicas, lembrava do meu tio que está com dores na cabeça e na boca. Lembrava de toda e qualquer pessoa que sofre com dores e pedia forças, ajuda, alívio.

Eu tentei. Eu fiquei mais de 10 dias sem tomar remédio. Não deu. Não quero essa dor. Ela não me pertence. Não quero perder minha noite de sono. Não quero o incômodo. Não, não e não.

Pra que dormir 8h? Pra sobreviver, poxa.

Carta aberta a você

Sabe aquele dia que tudo de ruim aconteceu? Então, era naquele dia que apenas um sinal de vida seu mudava tudo.

2 anos. 2 tentativas. 2 aprendizados: uma pessoa pode fazer bem e, ao mesmo tempo, mal a você e “sem expectativas” é só da boca pra fora.

Eu já tive muitas paixões. Tem dias que me pego contando os mocinhos; vendo se não esqueço de nenhum. Paixões fortes, marcantes, daquelas que a gente lembra sempre. Lembra de palavras, de momentos… Como é divertido. Agora, né? Porque na época… ô sofrência.

Então, você entrou para esse hall. Tão pouco tempo. Tão marcante. Já disse em outros textos. Você não tinha nada a ver comigo, mas apareceu no momento certo. E deu tudo errado. Ô cupido malandro.

Quanto eu chorei. Quanto eu desejei. Quanto eu me odiei. De quanto em quanto, eu me apaixonei!

A vida deu suas voltas e você ressurgiu. Eu falei tudo que estava guardado comigo. Regado a àlcool, ok. Mas falei. E você ouviu. Não sei como. Você nunca deu muita atenção ao que eu falava. Ficava só reparando. O que será que se passava na sua cabeça?

Eu sempre fui muito baladeira. Mas você conseguiu me fazer ter vontade de sair somente com você. Eu enrolei. 1… 2… 3… dizendo que estava cansada, ocupada… Tudo mentira. Eu estava com você. E você? Sei lá…

Tentei fazer diferente. Tentei ser “bonitinha”. A gente não pode tentar ser o que não é. Nas duas tentativas, você sumiu. Medo? Falta de vontade? Não sei. Sim, eu estava apaixonada e não tinha vergonha de demonstrar isso. Nem pra você e nem pra ninguém. Eu falava tanto de você…

Eu estava na sua. Sem expectativas. Ok, mentira. Com muitas expectativas. Achava que agora ia dar certo. Mas não deu. Um dia, quem sabe…

O seu olhar, o seu beijo… era tudo o que eu queria. Todos os dias. Não. Exagerei. Ai como sou exagerada. Assim enjoa. Mas queria notícias. Sempre. E né… você não é desses.

Esta semana você sumiu. E eu prometi que foi a última tentativa. Chega, né? A gente pode gostar de outrem, mas deve gostar de si mesmo primeiro. Não é clichê, não é piegas, não é estória para boi dormir. É real!

Você me fazia muito bem, mas, ao mesmo tempo, muito mal. E acho que você nem tem noção disso… Talvez na sua cabeça, eu seja a insegurança. Eu, que vivo rodeada de festas, de tinders, de happns… eu…

Não, eu não fiz nada. Eu lutei pelo o que eu queria. E eu perdi, de novo. Mas eu sei perder. Já perdi tantas vezes… Já chorei tantas vezes… Já me levantei tantas vezes… Já me apaixonei de novo tantas vezes… E as vezes vêm com o tempo. É, quem diria… eu aprendi a esperar!!! Esperar o tempo amenizar as coisas. Esperar você não dá mais. O seu tempo é diferente do meu. Muito diferente.

Eu quero que sejas muito feliz, como sempre quis. Quero que se arrume de novo, que seja muito amado. Juro, eu quero. Você merece!

E que você arranque sorrisos por aí com mensagens de “oi”, com doces de leite e casquinhas… com momentos memoráveis. Obrigada por fazer o meu começo de ano ter sentido!

Essa carta foi aberta… mas foi pra você. E foi pra mim… Foi para um “nós” que não vai existir!!!

Obrigada por tudo. Seja muitoooo feliz =) Você marcou, pra sempre!

Ele me mandou uma mensagem

As pessoas sempre me cobram textos. E eu dou a mesma resposta: ando sem tempo de escrever, sem vontade.

Tá. Pode até ser. Mas o que mais me faltava era a inspiração. Sabe como é, quando você sai, conhece pessoas, tem histórias pra contar. Quando não… não!

O fato é que eu vim falar de algo que eu quase não falo sobre: comportamento.

Por que as mulheres choram?

Na verdade, queria uma outra introdução, mas vai essa mesmo. Mulheres choram porque são emotivas, sofrem de TPM e paixão não correspondida. Ou porque recebem uma mensagem inesperada, de alguém inesperado, sobre um assunto inesperado.

Eu confesso, eu chorei.

O Facebook, por glória, tem mostrado posts antigos que a gente fez em anos anteriores no dia vigente. AMO esse aplicativo. Juro, entro todos os dias para consultá-lo.

E… nestes dias, apareceu um post engraçado, que ano passado fazia muito sentido. Era uma imagem com os seguintes dizeres: meiga que nem coice de cavalo. Achei engraçado e pensei: nossa, isso não me representa mais. Sério, não ando dando coices em ninguém. Não vá me dizer que zuar os carinhas no Happn significa dar coice. Adoro tanto.

Enfim, neste post, existiam alguns comentários. E quando você comenta a postagem, ela volta a aparecer para seus amigos e para as pessoas que a comentaram no passado.

Foi então que eu fiz meu pensamento “ainda bem que o tempo passa…” subir o post. E… uma pessoa curtiu meu comentário! Quem? Quem? Aquele, que um dia foi muito especial pra mim e em outro me deixou no chão, sem ter o que falar, sem entender tamanha grosseria.

Ponto.

Eu não sei o que me deu na cabeça, mas resolvi escrever pra ele, falando que há um ano ele estava me zuando… E perguntando como as coisas estavam. Havia feito a mesma coisa com um antigo amigo e ficado, loucamente, no vácuo. Não sei se é ódio, ciúmes ou descaso mesmo.

Então, confesso: eu não esperava resposta alguma. Juro mesmo. Mas ela veio. E veio com tudo.

Era uma confissão, era um pedido de desculpas, não com essas palavras. Era um desabafo! Tipo esses que eu faço por aqui.

Eu li, reli e chorei. Estava indo pra uma festa. Tive que retocar a maquiagem. Na hora, me veio aquela frase linda: encontre um homem que tire seu batom e não seu rímel. Não, eu não pensei isso, é só pra fugir do assunto.

Fiquei surpresa. Fiquei feliz em saber que no passado eu havia sido uma parte boa da vida dele. E entendi o ocorrido. Se isso muda alguma coisa? Hoje muda. Tudo passa… até uva passa (risos). Mas na época não sei o que passaria pela minha cabeça.

Eu fiquei bem chateada. Bem mal. Bem sem reação. Na hora, só pensei em deletá-lo e bloqueá-lo de tudo.

Mas o que adianta? Por muito tempo, fiquei entrando em seu Facebook pra ver o status de relacionamento, pra ver foto daquela que estava conseguindo vê-lo mais que 1x por mês.

Por muito tempo eu esperei um ‘oi’.

Por muito tempo eu esperei uma explicação.

Esperei como sempre espero e sempre acredito que um dia acontece.

O mundo é um ciclo, é uma roda-gigante.

E quer saber? Aquilo que nem começou, teve um final feliz.

Falando em feliz, FELIZ NATAL. Hohoho. Não? Tá!

Cansei de falar. Até o próximo desaba, bafo, desabafo!

Fui traída e agora?!

Ok, vou confessar entrei no #secret e contei meu maior segredo e minha maior dúvida: Nunca traí, mas será que fui traída? Você não precisa saber o que é #secret – mas se for curioso, adianto, um aplicativo em que as pessoas contam segredos anonimamente – para entender onde eu quero chegar. O segredo é fato e a dúvida também. Não estou escrevendo pra falar de mim, mas de um questionamento que eu sempre me faço: eu aceitaria uma traição?

Não é de hoje que eu fico inconformada, peraí, deixa eu enfatizar, I-N-C-O-N-F-O-R-M-A-D-A com as atitudes de certos homens. Eles namoram meninas lindas, que fazem tudo por eles e… as traem. Saem pra bagunça, beijam (e fazem outras coisas mais) outras mulheres e no dia seguinte, ou até na hora do pulo do gato, mandam mensagens de “eu te amo, linda”. Sério?

Quantas vezes eu não quis mandar mensagem pras namoradas dos meus amigos dizendo: abre o olho. Só isso! Masssssssssssss não cabe a mim fazer algo tão monstruoso. Meu senso de justiça precisa ser regulado… Se fossem minhas amigas, a história seria diferente. Afinal, faço pros outros o que gostaria que fizessem pra mim. Em poucas palavras, gosto da verdade, por mais que ela machuque!

Mas por que eu vim aqui? Estes dias me peguei dirigindo pra casa brava, chateada com uma situação. Mais uma vez, eu não tenho nada a ver com as atitudes e decisões alheias, mas eu me questionei: será que o mercado está tão difícil pras mulheres se humilharem tanto? Pra elas se sujeitarem à traição? Não é possível! O cara pode ser o melhor namorado do mundo, mas por um momento você não foi suficiente e ele… saiu com outra. E entre tantas outras, ele pode ir embora… de vez. Isso não passa pela cabeça dessas mocinhas? E não me venha com essa de borboletas, deixar voar, voltar… NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Não é possível que as mulheres não tenham amor próprio e perdoem as traições e mandem juras de amor e queiram subir no altar com alguém que busca diversão fora de casa. Gente, eu devo ter nascido na época errada só pode. Eu fico muito inconformada. Não sei se com elas ou com eles, por serem tão falsos. E sabe o que é pior? Ainda tenho que escutar que é preciso cuidado, pois o mundo dá voltas (tudo isso porque eu expus minha opinião; maldita língua de trapo). HA HA HA. Oi? Quem tem que tomar cuidado é quem está fazendo coisa errada, não é? Ou eu devo tomar cuidado por estar reparando? HAUHAUAHA

Bom, é preciso MUITO CUIDADO porque Murphy pode despertar e firmar um trato com o Sr. Cupido, fazendo o belezinha se apaixonar por umazinha que pise nele, que o faça de objeto. Como pode… O mundo dá voltas! E eu torço pra que você mude de atitude antes do looping!

Ah, e eu continuo com dúvida. Se alguém quiser me ajudar. Por que? É falta de homem, é falta de amor, é falta de valor, é carência, é desprendimento, é o que, meu pai?!

tu tu tu.

 

 

O poder das suas mãos

Sempre fui muito descrente. Escutava que tinha mediunidade, que deveria sair por aí dando passe nas pessoas, e achava engraçado. Isso, engraçado. Eu, médium? Eu, passista? Ah, tá.

Até que ouvi mais de uma vez e comecei a sentir minhas mãos esquentarem do nada. Era uma pessoa vir conversar comigo e eu podia sentir a necessidade de energia.

Então, eu tomei vergonha na cara e fui saber mais sobre o assunto. Fui em um centro e me disseram que eu tinha que fazer um curso de 2 anos. Só não ri na cara da pessoa porque ela não tinha culpa de nada. Saí de lá desanimada. 2 anos? Eu só queria me aperfeiçoar e ajudar as pessoas.

“Zumfia, você sabe o que é reike? Vá saber”. E eu fui. Passei dias procurando cursos e encontrei. Era pertinho de casa. Cheguei lá e descobri que eu seria a única aluna do dia. Me senti meio mal. Mas ok, talvez fosse bom. Atenção voltada inteiramente pra mim.

Ouvi a história do Reike e fui submetida a uma sessão da terapia. É incrível como você  consegue sentir a energia do reikiniano! A região que ele está energizando sofre um aumento de temperatura na hora. É demais. Momento super relaxante.

Ok. Fiquei um dia ouvindo teorias e aprendendo a praticar. Voltei pra casa feliz, com um diploma na mão e uma apostila com algumas dicas. Então, minha casa começou a encher nos finais de semana. “Má, faz reike?”

E eu fiz. Em 1, 2, 3, diferentes pessoas. Na hora, eu sentia uma energia tão diferente. Uma mistura de passe espírita com o reike. Afinal, eles são diferentes. Mas não vim aqui ensinar a teoria…

Ao passar energia, sentia que minhas entidades se aproximavam de mim. Tinha medo de cair. Tinha medo de ficar fraca. Em algumas sessões, eu recebia intuições. Em outras, eu sentia a energia filtrar os órgãos da pessoa. Não, não é viagem!

Por conta do medo, parei. E as mãos continuaram a ferver. Até que um dia eu passei muito mal. Mas assim, muito mal mesmo. Não desejo pra ninguém a dor de estômago que eu tive. Aí, eu lembrei do guia, eu lembrei da minha “mentora” de reike, eu lembrei que eu podia e deveria usar a técnica em mim. Gente, sério, a dor passou na HORA. Eu dormi e quando acordei, estava renovada.

Pra quem tem dores frequentes ou apenas precisa relaxar um pouco, eu super indico. Façam uma sessão, façam o curso. Façam caridade. Eu confesso que, hoje, só tenho aplicado em mim. Mas prometo voltar a distribuir minha energia a quem precisa. Faz tão bem…