Minha paixão platônica

Eu sempre brinco que tenho uma paixão platônica por um certo blogueiro. “Sabe o meu amor… coraçãozinho com as mãos… aiii” Não passa de brincadeira. A real é: se pudesse pegava, como não posso, brinco. Só. Paixão é outra coisa, bemmmmm diferente disso.

Mas não vim falar do Cid (momento oummm s2). Vim falar sobre paixão platônica. Aquela que alguém, de carne e osso e sem blog, diz ter por você. Oie?

No dicionário, platônico quer dizer: De carácter espiritual, sem desejo sexual (ex.: amor platónico; relação platónica); Ideal. Hummm, vejamos, senti uma pitada de respeito nesse sem desejo sexual (risos). E o caráter espiritual? De outras vidas… Está interessante o negócio.

No fim da noite, naquele momento em que eu paro, leio e releio as minhas mensagens e depois as deleto (sim, faço todos os dias, depois conto o porquê), resolvi mandar um SMS. Sincero, não platônico ou ideal. Um torpedo. “Saudades de você”. Sem desejo sexual, sincero, repito.

A pessoa demorou, mas no outro dia respondeu. Em seguida, perguntou se eu tinha bebido. Oie? Bebido o que? Água? Sim, 2 litros por dia. Eu sigo as instruções da nutricionista! Não, eu não havia bebido. É coisa de bêbado sentir saudade? Gente sóbria não sente? Ok!

Não sei o que se passou na cabeça dele (nem na minha eu dou conta!), mas logo ele me mandou: você é minha paixão platônica. Vejamos. Eu, paixão de alguém. Eu, que vivo solteira, procurando o príncipe encantado. Mas calma, a paixão é platônica, quase de irmã! Não? Ok, não. Não tive reação. Não acreditei. Mas vim falar sobre o assunto. Sabe o que é? Saudades…

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