Pra que dormir 8h?

Quem me conhece sabe o quanto eu sou fissurada pelo verbo ‘dormir’. Amo de paixão, de amor, na vida. Amo mais que comida! Massss nem sempre consigo me presentear com as 8h merecidas de sono. Sou ansiosa, tenho insônia, mil ideias à noite e gastrite.

Era ali que eu queria chegar. Não sei se vocês têm este diagnóstico, mas 3 em cada 5 pessoas com as quais convivo têm. Doença do século, do ano, sei lá do que. Que karma.

13 dias sem remédio, estava eu. Feliz, controlando meus pensamentos. Os médicos e os médiuns dizem que tudo é fruto da nossa cabeça. Auto-terapia nela.

Funcionou por mais de 10 dias. Quebrou o brinquedo. Que dor. Que sensação horrível. A cabeça? Pirou com pensamentos horríveis.

Não teve Reiki, oração ou toalhinha morna que resolvesse. Não teve jeito. Tomei o maldito remédio. Mas não fez efeito rápido. A situação estava crítica. 2, 3, 4, 7h30. Foi na hora de levantar que eu consegui dormir.

Pensava nas pessoas com dores crônicas, oncológicas, lembrava do meu tio que está com dores na cabeça e na boca. Lembrava de toda e qualquer pessoa que sofre com dores e pedia forças, ajuda, alívio.

Eu tentei. Eu fiquei mais de 10 dias sem tomar remédio. Não deu. Não quero essa dor. Ela não me pertence. Não quero perder minha noite de sono. Não quero o incômodo. Não, não e não.

Pra que dormir 8h? Pra sobreviver, poxa.

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