Sonho meu

Essa noite foi sensacional. Acordei rindo. Essa semana estou extremamente cansada, vocês não tem base. Soltaram aqui no trabalho “e essa cara de sono aí, Mari?” Bom, justo hoje que eu dormi muito bem, obrigada?!

O sonho

Estava em casa, eu, minha mãe, ao telefone, e minha prima. De repente, minha mãe solta: “eu preciso disso rápido, minha filha se casa em 2 de janeiro, de 2015“. OIE?! Eu e minha prima ríamos muito. Acho que nesta parte do sonho, eu acordei, não é possível. “Pri, como minha mãe dá uma dessa? Eu tenho 1 ano pra arrumar um namorado, transformá-lo em noivo e preparar o meu casamento. Minha mãe tá louca”. Rimos gostoso.

Mas como nos sonhos tudo é possível (na vida real também, veremos), eu realmente encontrei alguém. Um cara de rosto conhecido. Só o rosto, eu não o conheço (uma pena). Mas vai que, né? Ele, de camisa branca, calça jeans, num curso preparatório para o casório. Os pais, mais velhos, grisalhos. A mãe é quem mandava no pai. Ela usava calça jeans, camisa e sinto largo. Parecia brava.

Pensa, o curso era no Imaculada, onde iríamos nos casar. Quanta doideira. Quanto amor. Quanta rapidez. Quanta curiosidade. Será? Juro que olharei rostos conhecidos com mais cautela. Imagina se me deparo com o cara do sonho? Pulo no pescoço. Não. Tem que ser igual em filmes. A gente se olha, fica uma eternidade hipnotizado neste olhar de “encontro”, damos as mãos, um abraço apertado e um beijo de deixar qualquer um com água na boca. Ah, os sonhos…

E você deve estar pensando,  o que eu  tem com isso? Bom, já sabe, em 2 de janeiro de 2015, você tem um casamento histórico para ir. Te espero lá. Traje country (pegadinhaaa), super gala. Ah, traga os fogos, será uma data memorável! s2

 

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