Fui traída e agora?!

Ok, vou confessar entrei no #secret e contei meu maior segredo e minha maior dúvida: Nunca traí, mas será que fui traída? Você não precisa saber o que é #secret – mas se for curioso, adianto, um aplicativo em que as pessoas contam segredos anonimamente – para entender onde eu quero chegar. O segredo é fato e a dúvida também. Não estou escrevendo pra falar de mim, mas de um questionamento que eu sempre me faço: eu aceitaria uma traição?

Não é de hoje que eu fico inconformada, peraí, deixa eu enfatizar, I-N-C-O-N-F-O-R-M-A-D-A com as atitudes de certos homens. Eles namoram meninas lindas, que fazem tudo por eles e… as traem. Saem pra bagunça, beijam (e fazem outras coisas mais) outras mulheres e no dia seguinte, ou até na hora do pulo do gato, mandam mensagens de “eu te amo, linda”. Sério?

Quantas vezes eu não quis mandar mensagem pras namoradas dos meus amigos dizendo: abre o olho. Só isso! Masssssssssssss não cabe a mim fazer algo tão monstruoso. Meu senso de justiça precisa ser regulado… Se fossem minhas amigas, a história seria diferente. Afinal, faço pros outros o que gostaria que fizessem pra mim. Em poucas palavras, gosto da verdade, por mais que ela machuque!

Mas por que eu vim aqui? Estes dias me peguei dirigindo pra casa brava, chateada com uma situação. Mais uma vez, eu não tenho nada a ver com as atitudes e decisões alheias, mas eu me questionei: será que o mercado está tão difícil pras mulheres se humilharem tanto? Pra elas se sujeitarem à traição? Não é possível! O cara pode ser o melhor namorado do mundo, mas por um momento você não foi suficiente e ele… saiu com outra. E entre tantas outras, ele pode ir embora… de vez. Isso não passa pela cabeça dessas mocinhas? E não me venha com essa de borboletas, deixar voar, voltar… NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

Não é possível que as mulheres não tenham amor próprio e perdoem as traições e mandem juras de amor e queiram subir no altar com alguém que busca diversão fora de casa. Gente, eu devo ter nascido na época errada só pode. Eu fico muito inconformada. Não sei se com elas ou com eles, por serem tão falsos. E sabe o que é pior? Ainda tenho que escutar que é preciso cuidado, pois o mundo dá voltas (tudo isso porque eu expus minha opinião; maldita língua de trapo). HA HA HA. Oi? Quem tem que tomar cuidado é quem está fazendo coisa errada, não é? Ou eu devo tomar cuidado por estar reparando? HAUHAUAHA

Bom, é preciso MUITO CUIDADO porque Murphy pode despertar e firmar um trato com o Sr. Cupido, fazendo o belezinha se apaixonar por umazinha que pise nele, que o faça de objeto. Como pode… O mundo dá voltas! E eu torço pra que você mude de atitude antes do looping!

Ah, e eu continuo com dúvida. Se alguém quiser me ajudar. Por que? É falta de homem, é falta de amor, é falta de valor, é carência, é desprendimento, é o que, meu pai?!

tu tu tu.

 

 

“Faz ela feliz”

Sabe aquele dia que você liga as músicas mais melosas, mais doídas, mais coraçõezinhos flutuantes? Hoje.

Deixei a carcaça de Mari Onça e pus a Mari Lebre pra funcionar. Ouvi 10x, veja bem, 10x a mesma música. “Cuida bem dela… você não vai conhecer alguém melhor que ela.. promete pra mim… o que você jurar pra ela, você vai cumprir…”

Alguns diriam que eu estou apaixonada, outros, carente, e ainda outros, de TPM. Os primeiros e os últimos erraram. Os do meio devem me convencer de que isso é carência. Quero provas. Mentira, quero abraços, de urso. Quero beijos demorados. Quero… Ok, eu assumo, acho que a dona carência veio e ficou.

Não tenho ninguém em mente, juro. Nem do passado, nem do futuro. Muito menos do presente, senão não teria ouvido tantas vezes a mesma melodia. Dã!

Não penso em nada, só em abraços. Acho que tenho problema. Era tudo o que eu queria. E não, não vale de irmão, de mãe… queria um abraço de proteção, de macho com ch ou com x, essa reforma ortográfica vai pirar a cabeça de geral. Quer dizer, os mais esquecidinhos vão adorar. Errando, vão acertar.

Ok, mudei de assunto.

Um abraço. Só hoje. Pode ser? Feliz eu era quando paquerava meu vizinho. Era só descer o elevador e… quem vê pensa. Era nada.

Um abraço, um beijo, uma mensagem de “quando vamos nos ver de novo?” Eu vivo bem sozinha, solteira, independente. Mas poxa, sou humana, tenho coração e sinto sim a falta de alguém comigo.

Porém, contudo, todavia, os currículos que eu tenho recebido não têm mão de obra qualificada. Então, a vida continua.

Vou ouvir só mais uma vez antes de dormir. Eu juro. E vou cantar bem alto – ainda não são 22h. Canta comigo?!

 http://youtu.be/2Q6eFRuYa2w

A sua história de @mor!

Em alguns posts atrás, falei sobre um livro que estava lendo, lembram? Pois bem, devorei o livro. AMEI! Assim, de não querer dormir, só pra ler páginas e mais páginas. Quer saber? Estou esperando a continuação. Sim, a última frase do livro é: “continua…”. Cadê? Cadê?

Masssss… enquanto não chega, vou colocar aqui um desabafo que fiz em 2011. Não sei até que ponto você, leitor, me conhece, mas já tive uma história parecida com a do livro. Um “relacionamento virtual”, que não saiu da rede. Fui enganada por alguém que até hoje não deu as caras. E a curiosidade? Ah, o tempo dá jeito nisso…

Foi tenso. A palhaçada começou em 2010, em um grupo de contatos do MSN. Sim, eu usava naquela época. Acho que peguei birra (risos); odeio mexer lá agora. Bom, conheci uma pessoa lá. Foram 6 meses de telefonemas, mensagens, e-mails e muita ilusão. Sofri muito. Passei meu carnaval chorando… Só de lembrar, eu me sinto uma idiota. Mas enfim… abri as minhas ‘notas’ no facebook e encontrei isso aqui:

“E aí que a vida é um ciclo e os fantasmas reaparecem. Você pensa: Nossa, como a pessoa escreve errado, como tudo pode acontecer. Nossa… Nossa o que? Foi bom pra você! Fazia sentido, mesmo não tendo um pingo de sentido. Você tinha alguém que te ligava 24h por dia, que falava com você o dia inteiro… que dividiu emoções, mesmo que falsas… e era ‘virtual’… você não gosta de uma vida assim? Você não tem medo da vida real? Você não foge de relacionamentos? Qual é a sua, minha filha? Qual é? Uma mensagem apita: você por aqui!? O que tem feito? Está com alguém? VAI PARA A P*TA QUE TE PARIU. Obrigada! ”

O que dizer? Eu ri. Faz sentido. Por que será que eu curti tanto o livro? Porque eu vivi aquilo!!! Eu gostava de ter alguém me bajulando, mesmo que fosse só virtualmente! Era bom. Eu tinha com quem trocar confidências. Eu tinha com quem fazer juras de amor(?). Mas né… tudo acontece quando deve acontecer.

Hoje, penso diferente. É bom, cura a carência, mas cadê o real? O carinho? O abraço? O olhar!!! Uma hora a gente acorda e percebe que o verdadeiro relacionamento começa no real e usa o virtual apenas para aproximar, ainda mais, as pessoas. Pode ser? Difícil, né? Eu só queria… deixa pra lá!