Eu não sou branca, sou transparente

Minha mãe conta que meu pai teve um teretetê com uma moça muuuuuito branquinha, com apelido de “litrinho de leite”. Pra pagar os seus pecados, eis que nasci eu, quase engessada hahaha

Mas não vim falar sobre isso. Pra variar, saio do foco pra chegar onde eu realmente quero. Adoro rodeios, literalmente!

Vim falar de atitudes. Quem convive comigo sabe me decifrar só no olhar.

Se eu estou bem, é nítido. Se eu estou preocupada também. E se eu estou incomodada com algo? Oxi, trans -pa – ren – te!

Muitos falam que eu sou muito brava. Não vou negar. Mas vai além disso. Não sei sorrir quando o mundo está caindo. Odeio… veja bem… O D E I O falsidade. Gosto de ser um texto fácil. E gosto ainda mais de pessoas capazes de ler as entrelinhas.

Eu sou assim. E se isso fosse ruim, eu não teria ninguém ao meu lado. Óbvio que tudo tem limite. Óbvio que com o tempo eu fui aprendendo a ficar quieta e a pesar minhas palavras. Mas o olhar… o comportamento… eu não consigo.

E sabe o que é pior? Meu estado interfere no ambiente. Quando eu estou bem, eu contagio quem está por perto. O arco íris se forma e o pote de ouro espalha sorrisos. É lindo de se ver! Agora, quando eu estou pra baixo, o silêncio reina. E quando eu estou brava/nervosa? Bom, aí o tempo fecha e a nuvem se enche. Eu podia até mandar um: abra o guarda-chuva, meu bem; mas o melhor conselho é: saia de perto!!!

Acabei de ler no Facebook uma pessoa falando sobre pessoas que só falam de coisas boas, de seus predicatos. Desconfie. O mundo é cheio de pedras, falhas, problemas… dizem que a matemática está em tudo, né?! Hahahua

Eu sempre expus meu lado ruim. Eu sempre me queimei, na visão alheia. Eu sou assim.

Eu não sofro à toa. Eu não estou solteira à toa! Eu sou um ser humano imperfeito, cheio de defeiros. Um ser humano que se cobra muito e que acaba cobrando dos outros também.

Eu tenho uma história por trás do meu comportamento. Eu já sofri muitas perdas, eu passo diariamente por dilemas familiares e profissionais, eu já fui trocada “n” vezes por grandes paixões da vida.

Não é à toa que eu me apego aos meus familiares. Nao é à toa que eu choro até com comercial de margarina. Não é à toa que eu não saio com qualquer um, ou, em outras palavras, sou muito exigente.

Eu me entrego em tudo o que faço. Em casa, no trabalho, na religião, nos estudos, no voluntariado. Eu, que sempre me tachei superficial, me jogo, mergulho e afundo. Eu quase morro afogada, mas recupero o consciente e volto à superfície. E por mais que o medo me assole, eu não desisto.

Essa sou eu. A menina-mulher brava. A menina guerreira. A menina “bombril”. A menina que fala com os olhos, que sofre calada, que desabafa em caracteres.

Já dizia meu Guia: se você fosse perfeita, estaria em outro lugar, aprendendo outras coisas. Não se cobre tanto. Viva um dia por vez! O conselho foi pra mim, mas serve pra você também.

Quer saber… eu não sou branca, eu sou transparente. Sou um vidro fácil de se quebrar. Já preparou a primeira pedra?!

Eu estou tão cansada…

Eu estou um pouco cansada. Cansada das pessoas falando mal uma das outras. Cansada de brigas. Cansada de desastres. Cansada da roubalheira do governo. Cansada de mimimis…

Porém, existe um cansaço que está sendo alimentado há anos e que não tem fim.

Estou cansada de ser procurada quando o seu relacionamento atual não dá certo!

Às vezes, eu até me lembro de você. Quando o seu time vence, quando uma música começa a tocar, quando fazem uma piada que só você fazia, quando vejo uma foto, uma fantasia, ouço falar de um lugar…

Eu me lembro, mas guardo a lembrança pra mim. Ok, você pode dizer que em um desses momentos, eu até te mandei uma mensagem despretensiosa. Alguma mensagem regada a álcool. Mas parou por aí.

Eu não falei que fico pensando em você, que estou com saudade e, muito menos, te chamei pra sair. Você faz parte do meu passado!

Eu também tive outros relacionamentos que não deram certo, mas nem por isso eu peguei minha agenda telefônica e saí enviando mensagens.

Muitas coisas não dão certo na vida da gente. Bola pra frente. Viver de passado? Esse tem sido seu maior erro.

E não vem me dizer que me procura porque gosta de mim, porque sente minha falta. Se gostasse, estaria comigo e não com outra.

Não adianta falar, também, que é muito mais fácil mandar uma mensagem pra mim, que já passei pela sua vida, do que tentar conquistar uma pessoa nova.

Eu não sou step, eu não sou obra de museu, eu não sou o amor da sua vida. Será que é tão difícil de entender?

Cada vez que você me manda uma mensagem, eu vou buscar seu status de relacionamento. E quando vejo as fotos apagadas e o “solteiro” em letras garrafais eu penso: ‘que idiota!’

Os tempos mudaram, baby. Se antes eu caía na sua ladainha, hoje eu só lamento.

Lamento por não ter conseguido manter o “eu te amo” que você disse tanto a sua ex. Lamento por não ter conseguido transformar o desejo e a paixão em amor. Lamento, só lamento.

Estou tão cansada…

Não, o problema não é você, sou eu… que amadureci! =*

Você se adoece

Ninguém quer saber dos seus choros, das suas orações. As pessoas só querem falar sobre a roupa que você estava usando, o copo que estava na mão e a companhia da sua foto. Ninguém quer saber se você passou noites em febre, com dores. As pessoas querem saber onde você foi, que dia você foi e como você foi.

Quem quer saber de doenças? De sofrimento? De desabafos?

Eu sempre fui alvo de comentários, de amigos, de familiares. Os mais velhos falam na cara da gente. Os outros, nas costas. Não sei o que é pior. Acho que os dois. “Nossa, você só vai em festa…” Alguém paga minhas contas? Alguém ajoelha e reza comigo pedindo força, fé e luz? Alguém vai comigo toda quarta-feira limpar a energia? Hein?

As pessoas acham que porque você faz uma viagem, está ganhando bem… Alguém sabe o quanto você economiza por mês? Quanto você paga de contas? Hein?

As pessoas são maldosas.

As pessoas são egoístas.

As pessoas são pessoas.

E sendo pessoas, eu tenho dó delas.

Eu rezo por elas.

Eu choro por elas. Como estou chorando agora. Um choro que está guardado há alguns dias. Um choro de desespero. De um misto de pessoas com energias baixas. De problemas. De sufoco. Um choro que é só meu e ninguém vê. Vai falar o que? Sobre o que? Por que?

A gente se adoece. Você se adoece. E eu estou me adoecendo aos poucos, me calando, me segurando, me apoiando Nele. Por que eu sei que tudo isso só me fortalece!

É assim a vida. É assim a minha vida. Nas redes sociais, você é artista; pinta a vida que você quiser. Já encarnou o Picasso hoje? Eu vou de Louis Jean-François Lagrenée ao som de “Gloomy Sunday”.

 

Eu me tornei aquilo que eu mais odiava em você

Não, não é recalque. Não, não é saudade. Ou é? Sim, é reflexão do dia. Por que, meu Deus?!

Dizem que nós reparamos nos outros algo que incomoda em nós mesmos. Mas tem essa de reparar em algo que você ainda não é? Ou não era?!

Senta que lá vem história. Era meados de julho de 2014. Conheci um carinha. Não era o meu tipo, mas naquele momento, me chamou atenção.

Saímos uma vez. Foi extremamente constrangedor. Sério. Lugar mega romântico pro primeiro encontro. E com aquelas mocinhas que insistem em vender rosas nos bares e restaurantes. Elas são uma praga. Será que eu também sou!? #reparando #reflexodosoutros

Ok. Achei que seria o primeiro e o último, mas não foi. Ele morava a 2 km de casa. A gente se via 1x por mês. Sim, 1x por mês. E não, não era pra causar saudades. Não era porque ele trabalhava fora. Era, simplesmente, por incompatibilidade de agendas. Acredito eu.

No começo, trocávamos mil mensagens. Mais pro final, tinha que implorar um ‘oi’.

Contexto feito. Prazer, eu! Eu odiava o fato de a gente não se ver toda semana, de a gente… Eu odiava o fato de ele não me responder mensagens na hora… E?!

E que agora eu não tenho tempo pra conhecer ninguém, eu não respondo nada na hora, quando respondo (se você não ficou no vácuo, diga amém). Meu Deus, eu virei ele. Como pode? Nããããããão.

Agora eu entendo. Eu mudei de área no trabalho. Não respiro mais. Celular? Só quando toca e eu conheço o interlocutor. Não dá tempo de ver mensagens. Depois do trabalho, academia, curso… quando eu vou ver, estou respondendo mensagens do dia anterior!!! E pra sair? Pergunte a alguém que me convidou para tal… chuto dizer que pode ter convite completando aniversário!

Não, fala que não. Só falta eu…  Que vida, cruel, a minha.

Um misto de mim

Eu quero escrever, mas não tenho sobre o que falar. Na minha cabeça, o carnaval está pegando fogo. Diversos assuntos estão mostrando samba no pé com suas diferentes fantasias. Quero escrever, mas sobre o que?

Citybanda e o mocinho que queria experimentar o docinho que estava na minha boca (vulgo pirulito de coração, antes que pensem asneiras)? Acho que não. Sobre a mensagem idiota que aquele rapaz do passado me mandou? Li e não respondi. Está quase perdendo totalmente a graça. Não. Pula. Pode vir a próxima globeleza. Falar sobre raiva, insegurança e agressividade? Não, essas piriguetes não merecem atenção…

Tá. Vamos falar então sobre trabalho? Nãoooooooooooooooooooo. Ihhh fora. Ihhhh fora. Pode sair da pixxxxxta, amor. A-M-O-R. Acho que também não. Nem paqueras, nem affairs, nem desejos de consumo, nem encontros fracassados. Muito menos sobre Tinder e Kickoff.

Família, dinheiro e velhice? Não. Sorvete da Sergel, bolo de cenoura e brigadeiro? Neste caso, a gente podia degustar e não falar. Não? Tá. Amizade, falsidade e decepção? Ah, não. Deixa pra lá…

Vamos falar em quarta, quinta e sexta-feira? Também não. Sabe qual a real? Eu ando pensando demais e falando “de menos”. Se as pessoas pudessem ler meus pensamentos, ficariam horrorizadas. Enquanto penso palavrões, difamações, rezo e peço luz. Enquanto penso em jogar tudo pro alto, dou risada com algum comentário no celular. Enquanto leio um texto, paro e imagino uma cena do futuro.

Na minha cabeça, é tudo 10. Comissão do passado, 10. Comissão da ilusão, 10. Comissão do futuro, 10. Comissão do troco, 10. Comissão do “espero que sua máscara caia logo”, millllll. Mais de milllllll. Tá. Não queria falar nada, mas aqui se faz, aqui se paga. A gente colhe o que planta. E a sua insegurança só me fortalece. É isso. beijos sua linda!

Pode?

Não sei se isso acontece com vocês, mas comigo é direto. Estou no Facebook subindo fotos, aí vejo os feeds de algumas pessoas e me dá vontade de procurar o que eu não quero achar. Pulo de galho em galho, descubro coisas que me deixam felizes – em raras vezes – e continuo procurando… Até que eu caio naquele perfil que eu esqueço e lembro, esqueço e lembro, há 7 anos ou mais. Ó céus.

Foi isso que acabou de acontecer. Fui procurar fotos de uma pessoa e lembrei de outra. Procurei, não consegui ver nada. Lembrei, chorei, fui reler. Sabe aqueles meus textos falando do carinha da faculdade? Então! Por que a gente faz isso?

Reli, voltei no tempo, olhei pra foto, sorri e chorei. Chorei e sorri. O que seria isso, meu Deus?! Ele lembra outro. O outro lembra ele. Mas cadê ele?

Sempre fui orgulhosa, mas quando quis, corri atrás. Não tem essa de “não pode correr atrás”. Acho que tudo tem limite e que todo mundo deve ter amor próprio. Eu sempre tive demais. Mas eu também tive recaídas. Mandei mensagem, gritei pra todo mundo ouvir que eu estava com saudades.

Hoje eu caí, de novo. Caí na besteira de engolir o orgulho. Mandei um e-mail. Um e-mail sem nada, com apenas um link. O nome: “leia se quiser”. Talvez eu desperte a curiosidade e ele leia mesmo. Mas será que ele ainda usa este endereço de e-mail? O que será que ele vai sentir? Será que ele vai responder? O que está por vir? Eu não sei. Entre lágrimas, eu só espero uma coisa: que ele leia. Leia o quanto marcou minha vida, o quanto faz falta, o quanto eu desejo revê-lo. Quero que leia o meu momento de inspiração, que volte no tempo e se lembre… daquela menina que ele conheceu anos atrás!

Será que isso vai acontecer? Como eu queria entender…

Ele me confunde

Ele some. Ele aparece. Eu finjo que não ligo. Eu ligo. Ele some de novo. E eu fico pensando: por que mesmo? Manutenção, só pode.

Ele é diferente… de mim. Ele não tem nada a ver. A história também não. A vida… não. Nada. Por que?

Se eu estou com a cabeça ocupada, nem lembro. Mas bate um minuto de ócio e… por que?

Ele, sempre ele. Há 3 anos, ele. Dá pra sumir de vez? Porque aparecer não ajudaria em nada. Diferente. Muito. Ele. Eu. Nada. Ahhhh, por que?!

O coração

Eu sou do tipo que escreve com o coração. Que fala com o coração. Que sente com o coração. Do tipo que engole o orgulho e manda mensagem, liga, diz que está com saudade.

Sou do tipo que idealiza, que sonha, que deseja, que quer.

Do tipo que corre atrás, que tenta fazer acontecer, que olha nos olhos, que abraça com vontade.

Eu sou do tipo que faz tudo por impulso e, às vezes, se arrepende. Mas que aguarda ansiosa a reação da outra pessoa.

Eu sou do tipo que faz tudo isso, mas uma hora cansa.

Apesar de ter certeza de que você é o cara ideal, o cara pra casar, construir família… eu desisti. Desisti de te procurar sem ser procurada, desisti de te desejar sem ser desejada, desisti de sonhar… sozinha!

Que você seja feliz… com alguém que você não considere da gandaia, que você confie, que você queira estar junto. Porque eu… bom, eu, vou procurar alguém que me valorize, que queira minha companhia, que se preocupe comigo e faça as coisas acontecerem.

Eu sou do tipo que… cansou! Ah, o coração…

Aqueles dias…

Existem dias que a gente só quer mesmo é ficar na cama, não necessariamente dormindo, mas quieto, pensando na vida. É, estes dias estão fazendo parte do meu calendário atual. Ando sem vontade de NADA! E eu sei o porquê. Como eu sei…

Nossa vida é composta pelos chamados setores. Me atenho a 4 deles: saúde, família, profissão e relacionamento. É quase uma missão impossível mantê-los em harmonia, em equilíbrio. Às vezes se tem apenas 1 no eixo, às vezes, 2… 3… Os 4? Bobagem!

E o que acontece comigo? Estou no meio. Aquela velha história do copo meio cheio ou meio vazio. O meu está meio vazio. Tenho saúde, graças a Deus, e tenho uma família maravilhosa, que me apoia, me ajuda, me ama e bla bla bla. Mas e a profissão? E o amor?

Bom, vamos falar de negócios. Mentira, quero pular para o outro setor. Minha vida profissional só diz respeito a mim… ao meu potencial e ao meu Q.I. Obrigada!

Enfim, o amor… Não é questão de se sentir a solteirona forever, porque isso não me preocupa nem um pouco. É por ter que voltar “tantas casas para trás” depois de partidas impensadas mesmo! Eu olho pros lados e vejo peças, que já fizeram parte do meu jogo, em outros tabuleiros! Mais, chegando à casa da felicidade! Falta só uma jogada. E é a vez deles jogarem o dado! Sabe?!

Olho declarações, fotos, status de relacionamento e penso: por que não deu certo quando o jogo era meu? Porque não era para dar certo, oras bolas! As pessoas entram em nossa vida com um propósito. E acho que a minha vida amorosa tem propósitos de curto prazo. Apareceu, ensinou, sumiu. Ô vida doída!

Por mais que eu saiba que nada acontece por acaso, eu analiso. “Você queria estar no lugar dela? Com fulano?” E a conclusão é sempre a mesma: não! Eu não me vejo com os caras. Ou porque são muito infantis, ou porque não têm nenhuma perspectiva de vida, são mulherengos… todos têm um defeitinho de fábrica. Então, por que chorar as pitangas, as amoras, as uvas?! (pensei em outra fruta, mas podia soar como uma indireta e, definitivamente, não é)

Talvez o sofrimento pela “troca” seja só uma ocupação ou questão de ego. Faz sentido? Você não quer a pessoa, mas não quer que ela a troque por outra. Coisa tão mesquinha, diz aí. Coisa de humano. Ai, que vida bandida.

O pior de tudo é que eu imagino pessoas fazendo essa mesma análise sobre mim. Por que não comigo? Por que ela não quer? Por que? Ô perguntinha chata, besta, feia … AHHHHHHHHHHH! Por que? Porque sim, Zequinha!!!!

Não sei se isso explica alguma coisa, mas tenho a impressão que passo uma imagem de “nada com nada”. Aquela pessoa que não quer se envolver com ninguém, quer baladear, curtir, viajar… Não é? NÃO É!!!! Eu amo uma festa, eu amo viajar, mas eu me apego sim. Eu pego e me apego, por mais que eu não demonstre. Eu sonho, eu idealizo, eu quero estar junto. Mas ninguém enxerga isso. Talvez o meu marketing pessoal esteja com um GAP. Preciso rever minhas estratégias.

“Mas também, você só quer os bonitões”, ouvi este dias. Sério? Outra imagem errada que as pessoas têm de mim. Apesar de não ser a rainha da festa, tenho, sim, em meu currículo homens de arrastar quarteirões, mas não é seleção. Aconteceu! Eu prezo muito mais pelo bom humor, inteligência e estilo do que beleza. Beleza dura 5 minutos, meu bem. Valores, qualidades não!

“É a maturidade, a gente fica mais seletiva”. MAIS?! Eu ri e concordei. O cara que é tudo de bom, mas é sem filtro, não dá. Ele não sabe se comportar em público. Ele fala o que não deve, deixa algumas pessoas constrangidas… e aí? O cara que é tudo de bom, mas é apaixonado pelo time, não dá. Ele só pensa em jogo, briga com os torcedores dos outros times e… Pra quê? O cara que é tudo de bom, mas sai com você e mais a torcida do Corinthians, não dá. Ele não tem foco, só quer diversão e te liga quando é conveniente! O cara que é tudo de bom, mas não tem atitude, não dá. Ele só te manda mensagens, não te convida pra sair e muda o status pra “namorando”. Cafajeste ou não? Eu, se fosse você, mandava, daqui alguns dias, uma mensagem: Tô pronta para ir ao Paraíso, e aí?” Quero ver se ele está namorando por conveniência ou se resolveu dar rumo na vida. (Espere uma semana!)

Cansei de pensar. Eu só queria aliviar um pouco minha cabeça. Mesmo sabendo que tudo o que escrevi aqui é mínimo, em relação ao que eu estou passando. Mas eu tenho fé, de que tudo irá melhorar. E que melhorando, esse negócio de amor aí, volta a funcionar. Chamei um técnico. Agora, a máquina só aceitará notas, acima de R$20. Tire suas próprias conclusões. Tchauí!