Eu cheguei naquela fase!

Eu sempre li textos/matérias falando que os verdadeiros amores nascem de grandes amizades. Abri minha lista de amigos do Facebook e vi as possibilidades. Nulas. Os amigos verdadeiros estavam namorando. PS: namoradas super legais, que eu adoro de paixão. Os colegas, bem, os colegas são colegas, então não rola nada. E os amigos solteiros? São amigos, poxa!

Massssssssss só agora eu estou começando a entender esse lance de namorar amigo. Não precisa ser meu amigo. Pode ser amigo de um amigo, né?! Por que não?!

O fato é que eu cheguei naquela bendita fase de que o novo é meu desejo de consumo e o amigo, aquele conhecido das antigas, é a possibilidade da vez.

Sabe aquele paquerinha de quando você tinha 14 anos? Então… ele pode voltar a fazer parte da sua vida. Aquele olhar que ele nunca dirigiu a você, pode estar agora lindo e conquistador mirando seus passos. Bem por aí.

Nunca achei que fosse chegar a este ponto. Balada não me atrai mais. Encontro entre os amigos preenchem meus finais de semana. Vai que um amigo do amigo… Ai gente, eu vejo cada foto no insta. Dá vontade de falar “não vai apresentar, não?!” Mas eu não faço. Não é da minha índole dar uma dessa. Alguns diriam, bêbada certeza. Eu vos digo, não estou bebendo mais. Blé! Ok, se você viu foto minha de cerveja deve estar pensando: mentiroooosa. Eu vou beber, mas quando der na telha. Não vai ser todo dia, todo fim de semana. Vai ser um brinde, com um amigo aí! =p

Cheguei na fase. E acabo rindo de mim mesma. Como pode? Em 1900 e bolinha a gente podia ter tido um lance, um romance e nada. Aí hoje, quando estamos mais gordinhos, com menos cabelo do que antes (risos), a história vem à tona. Que mundinho. Que nostalgia. Que desejo repreendido, hein?! Conta mais!

E não, pretendentes, eu não encontrei ninguém, ainda. Ok, já. Mas o tum tum não bateu forte. Mas curti essa fase. E dos detalhes. Por que será que as pessoas lembram de detalhes e eu não?! “A gente se conheceu em 1999, eu lembro…” OI? Eu não lembro, mas contaí que eu adoro essas histórias. Vai que meu cérebro resolve mostrar o ZAP!

Se você fez parte do meu passado, foi a fim de mim na escola ou na faculdade, tipo assim, e estiver na mesma fase que eu… vamos tomar um café? Ok, abro uma exceção. Uma cerveja? Um vinho? Adoro conversar. Só isso. Saio pra conversar. Não? Simmmmmm. Que fase! Procura-se amigo com dom de namorado! Ah, e que seja insistente. Eu sou do tipo que adora conversar pela internet, mas evita ao máximo contato real. Sou sincera. Sempre!

Pode?

Não sei se isso acontece com vocês, mas comigo é direto. Estou no Facebook subindo fotos, aí vejo os feeds de algumas pessoas e me dá vontade de procurar o que eu não quero achar. Pulo de galho em galho, descubro coisas que me deixam felizes – em raras vezes – e continuo procurando… Até que eu caio naquele perfil que eu esqueço e lembro, esqueço e lembro, há 7 anos ou mais. Ó céus.

Foi isso que acabou de acontecer. Fui procurar fotos de uma pessoa e lembrei de outra. Procurei, não consegui ver nada. Lembrei, chorei, fui reler. Sabe aqueles meus textos falando do carinha da faculdade? Então! Por que a gente faz isso?

Reli, voltei no tempo, olhei pra foto, sorri e chorei. Chorei e sorri. O que seria isso, meu Deus?! Ele lembra outro. O outro lembra ele. Mas cadê ele?

Sempre fui orgulhosa, mas quando quis, corri atrás. Não tem essa de “não pode correr atrás”. Acho que tudo tem limite e que todo mundo deve ter amor próprio. Eu sempre tive demais. Mas eu também tive recaídas. Mandei mensagem, gritei pra todo mundo ouvir que eu estava com saudades.

Hoje eu caí, de novo. Caí na besteira de engolir o orgulho. Mandei um e-mail. Um e-mail sem nada, com apenas um link. O nome: “leia se quiser”. Talvez eu desperte a curiosidade e ele leia mesmo. Mas será que ele ainda usa este endereço de e-mail? O que será que ele vai sentir? Será que ele vai responder? O que está por vir? Eu não sei. Entre lágrimas, eu só espero uma coisa: que ele leia. Leia o quanto marcou minha vida, o quanto faz falta, o quanto eu desejo revê-lo. Quero que leia o meu momento de inspiração, que volte no tempo e se lembre… daquela menina que ele conheceu anos atrás!

Será que isso vai acontecer? Como eu queria entender…

Jornalista, eu? Às avessas!

Quando digo que sou jornalista, as pessoas crescem os olhos. “Jornalista?” Acho que me imaginam de terninho, no lugar da Fátima Bernardes. Que dó. Aliás tinha um tio em MG que sempre que eu ia visitá-lo, ele me recepcionava assim: “Mariane, a jornalista da família. Assisto a Globo todos os dias pra ver você!”. Nunca me viu. =(

Enfim, fiz sim, faculdade de jornalismo. Cheguei no curso totalmente despreparada e perdida. Odiava ler, aliás, não tinha lido um único livro para o vestibular. Escrevia no melhor internetês e não sabia o que era ficar de cócoras! Uai, preciso saber tudo? Eu assumo. Não sabia mesmo.

Mas não foi só o hábito da leitura que eu aprendi por lá. Aliás, que aprendizado. Nas minhas primeiras férias escolares, li 7 livros. Meu professor ficou chocado. E não eram Auto-ajuda não. Grandes escritores, como Jose Saramago, Albert Camus e assim vai. Um progresso e tanto.

Porém, contudo, todavia, nunca me considerei uma jornalista de fato. Nunca trabalhei com jornalismo, nunca fui politizada, nunca dei um furo de reportagem. Aliás, odeio gente que banca o culto, intelectual, que escreve artigos em redes sociais, fala de política como se fosse um político e filosofa tudo quanto é assunto. Jornalismo, pra mim, é só o ato de escrever e ler. É o que eu amo. Não me pergunte nome de jornalistas, não me pergunte opinião sobre política e assuntos sociais. Adoro caridade, adoro ajudar, mas não discuto política social. Desculpa.

Aliás, sou uma jornalista às avessas. Sou totalmente parcial. Tenho opinião sobre quase tudo, mas nem sempre a exponho. Odeio mentiras, falsidades e omissões. Jamais conseguiria trabalhar em um veículo em que eu tivesse que omitir fatos porque o babado é sobre um grande anunciante do jornal. Pelo amor. Se é pra ser imparcial, tem que cumprir. Sou extremista sim. Sou sincera, transparente e gosto das coisas certas.

Na verdade, este texto tomou um rumo diferente. Ontem, deitei a cabeça no travesseiro e veio em mente um texto mega divertido. Fiquei com preguiça de me levantar e esqueci tudo. Sempre acontece comigo. Toda noite… textos surgem, prontos. Prometo que da próxima vez, eu me levanto e registro tudo. Combinado? Lembre-se que se assim for, não sai caro. =*

 

O melhor beijo da sua vida

Ontem foi dia dos namorados, queria ter  feito um post, mas achei melhor não. Como a data não me diz respeito, seria recalque demais. Mas né, hoje já é dia 13, eu posso escrever, não posso?

Escrever que dia 12 é dia de lembrar daquele carinha que você conheceu nas festas de faculdade e que foi, sem sombra de dúvidas, o seu melhor beijo. Um beijo viciante, apaixonado, que te fazia parar no tempo. É, então, dia de lembrar dele, no dia 12, porque … ele está namorando! Parabéns, aí! Só que não.

Eu fico pensando. Será que se a gente se encontrasse, e ele estivesse solteiro, tudo seria igual? Acho que não. Aquele beijo foi mágico na época. Foi doce, foi inexplicável. O encaixe perfeito. Hoje, as coisas mudaram. Vai que a namorada gostava de beijos mais empolgantes e ele mudou? Vai que…

De tanto pensar, mosquito morreu. Como é mesmo o ditado? Falando em mosquito, me lembrei do pernilongo. Vocês sabiam que os pernilongos gostam mais de pessoas que bebem cerveja? #ficadica Ah, e que quando a fêmea pica alguém, ela para de voar, porque gasta muita energia. Então, ela “gruda” numa parede e bota de 100 a 200 ovos. Poxa, vida, hein uow! “Ô muié paridera”. Wreal.

Saí do foco, como sempre. Deve ter sido o bolo de Santo Antônio que eu comi no almoço. Qualé? Hoje é dia. E não, não encontrei a medalhinha. Seria eu uma escolhida de Deus? Sim, escolhida pra ficar sozinha…

Sem pensamentos pessimistas. Comi o bolo, fiz minhas orações e dei meu lance no leilão da máquina do tempo. Sabe como é, o beijo, aquele, ele, namorando, podia voltar no tempo e.. sentir aquele gostinho bom de novo!? Só mais uma vez…

Santo Antônio, atenda minhas preces e eu juro que não tento degolá-lo mais. Não faça essa cara, foi um acidente. Nada demais. Ano passado derrubei o Seu Antônio no chão e ele perdeu a cabeça. E quem não perde, numa data dessa?! #partiu hospital, sinto que a minha está prestes a cair. Ploft.