Minha TOP 5

Acabei de assistir ao filme “Alta Fidelidade”. Não indico. A não ser que você ame música e esteja meio deprimido. O filme conta a história de um cara e suas frustrações amorosas. Ele conversa o tempo inteiro com o telespectador. Na trama, tenta entender o porquê de nunca dar certo com ninguém, até descobrir o verdadeiro amor.

Pensei em fechar a tela, mas hoje eu acordei persistente. Assisti até o fim. A lição que eu tirei? Tudo na vida tem o TOP 5. Os 5 relacionamentos mais apaixonantes ou frustantes, as 5 músicas que você ama, os 5 sonhos que você almeja conquistar. Qual seria o meu TOP 5 hoje?

1) Um salário mais alto, para eu não precisar fazer freelas. Não que eu não goste dos meus, mas né, tem horas que dá uma dor de cabeça…

2) Um apartamento só meu, pra eu decorar do jeito mais criativo possível. Ah, e fazer vários esquentas por lá… Seria o ponto de encontro da galera.

3) Férias a cada 3 meses. Pelo menos uma semaninha pra eu viajar… descansar as ideias.

4) Um amor pra vida inteira ou quase isso. Uma pessoa bacana com quem eu sinta o desejo de formar uma família. Sim, casar logo (2 de janeiro de 2015), ter filhos…

5) Uma vontade avassaladora de praticar exercícios. Meu corpo, minha cabeça e minha saúde agradecem.

 

Volto daqui 6 meses pra ver se conquistei algum dos itens. Beijos de luz.

 

Ironias do amor

“Ela é linda, inteligente, engraçada e totalmente maluca”, aparece na capa do filme. Sei, conta mais. Maluca é pouco. Juro, me senti super normal, boazinha e romântica. Mas, confesso, fiquei com inveja da criatividade dela. Do poder de persuasão, do controle emocional, dela em relação ao bonitão do Jesse Bradford, claro. Como diz o pessoal do Facebook, “multiplica senhor!”

Ele é todo nerd e começa o filme falando sobre os pais, a carreira que eles queriam para ele e a morte do primo. Numa praça, recebe conselhos de um amigo. Ele havia saído com apenas 3 mulheres em 1 ano. O amigo estava perplexo. Sexo, sexo, sexo. É a única coisa que passa pela cabeça pervertida do amigo do lindo “Charlie”.

Então, em meio aos “sim, eu levaria pra cama”, o amigo pergunta se dali, Charlie não levaria ninguém para o ninho do amor. Ele se distrai e bate o olho em uma loira. Ela é desajeitada, quase cai e.. vai embora. Mas não é que ela vai pegar o mesmo metrô que ele?!

Assim começa a história dos dois. Ela trêbada, caindo. Ele, lindo, preocupado, levando-a para casa.

Foram muitos encontros depois. Ela ficava atrás dele. Tirou seu foco dos estudos, do trabalho, da vida regrada que levava. Ela bebeu muitas tequilas, 0 derrubou no mar, tocou piano, marcou jantares, encontros… impôs as regras do jogo. Quando percebeu que estava apaixonada por ele, fez um pedido. Ambos deveriam escrever uma carta, falando o que estavam sentindo em relação ao outro. Então, com as cartas em mãos, eles se encontrariam à tarde do dia seguinte em uma determinada árvore no Central Park.

Assim foi feito. O que ele não imaginava é que só poderia ler a carta da sua amada após um ano. Isso mesmo. Esse foi o combinado. Se tivessem que ficar juntos, depois de um ano voltariam ao mesmo local e leriam as respectivas cartas.

O ano passou rápido. Charlie estava deprimido e decidiu aceitar o desafio dado pelo amigo: sair com 10 mulheres normais. Ele cumpriu o prometido, mas não conseguiu se interessar por nenhuma delas. Só pensa na linda, inteligente, engraçada e totalmente maluca da Jordan.

Chega o grande dia. Ele vai no horário combinado e… hora de assistir ao filme. Acha que essa vida é fácil? Que consegue tudo de mão beijada? Nananinanão!

Mais um filme que me fez chorar. Não vou negar que estou de TPM, mas é questão de empatia mesmo. De se enxergar ali. A moça complicada, avessa a relacionamentos. Aquela que sofreu e se blindou. Que cometeu loucuras, não demonstrou seus sentimentos. Aliás, fugiu deles. Mas que acreditava em destino. Que sofria com suas escolhas… Ah, Jordan, quantas mulheres hão de assistir ao filme e pensar: eu não sou a única.

Pra fechar, sabe o que é destino?” A ponte que você constrói entre você e a pessoa amada”. Destino não tem a ver com pessoa certa, no lugar certo e hora certa. Destino tem a ver com vontades, atitudes, sentimentos. #pensenisso

Colegas!

Não, não vim falar sobre aquelas pessoas que trabalham com a gente ou que conhecemos em um evento à parte. “Você é amigo de fulano? Não, somos colegas!”

Meus post é dedicado ao filme nacional de título “Colegas”. Já ouviram falar? MUITO BOM! Como já disse em outro post, não sou muito de filmes, mas olha, os longas têm me surpreendido. Esse então…

Três jovens com síndrome de down protagonizam a produção de Marcelo Galvão: Stalone, Aninha e Márcio. Eles moram juntos, em um Instituto voltado para crianças e jovens portadoras de down. Cada um tem sua história, seus medos e seus sonhos. Stalone quer conhecer o mar (quantas pessoas não partilham deste mesmo sonho?), Aninha quer se casar (este então…deixa pra lá) e Márcio quer voar (♪♫ liberdade, liberdade… abre as asas sobre sobre nós ♪♫).

Então, em um belo dia, eles decidem correr atrás de seus sonhos. A noite cai e o plano começa a entrar em cena. Eles roubam o carro do Lima Duarte, que trabalha como coordenador do Instituto (sei lá o que ele faz lá…). Com fome, param em um posto e assaltam a conveniência. É o início de uma aventura desenfreada, que vai parar até na Argentina. Hola, ¿que tal?

De três crianças “mongolóides”, como dizem alguns personagens do filme, a 3 procurados pela polícia. Imagina o que eles não aprontam!!! Não vou contar detalhe por detalhe, mas posso dizer que “Colegas” foi muito bem escrito e dirigido. Pra quem é de Campinas, é muito divertido. As filmagens aconteceram em Paulinia, Barão Geraldo… Cuidado para não se entregar ao identificar o Motel de beira de estrada em que os policiais se hospedam… #ficadica

Vocês vão rir, soltar um “oummm” involuntário, ficar de queixo caído (com algumas cenas) e bater palmas, mesmo que internas, quando o enredo chegar ao fim.

Vale muito a pena. Eu jur0. Vá com os amigos, com a mãe, as tias, a vó, o cachorro, o primo, o vizinho, o peguete… Leve todo mundo. Vocês vão adorar o programa cultural. Anotado? #partiu.

[Ao clicar na imagem, você será redirecionado à Fan Page do filme]

O lado bom da vida

Eu sou do tipo que não liga muito para cinema. Mas como geminiana, sou de fases. E uma delas, ADORA filmes. Então, aproveitei o momento e fui assistir um longa, indicado pelo meu irmão. Boa indicação. “O lado bom da vida”. Esquece o Oscar, os prêmios, vamos falar de fatos.

No começo, confesso que tive uma sensação ruim. O cara, depressivo, em um hospício… me deu um mal estar. Já sentiu isso? Quase apertei o STOP e fui dormir. Mas, por sorte, não o fiz. Assisti até o fim.

A história é a seguinte, um cara é traído por sua mulher com um colega de trabalho. Ele sai de si e ataca o amante. Ocorre o julgamento e ele vai parar em um hospício. Ele é BIPOLAR! Nos 8 meses que passa em tratamento, não para de pensar em sua esposa. Ele quer ficar bem pra ela. Erro número 1. Nós devemos ficar bem para nós mesmos e não para os outros!

O tempo passa e sua mãe o retira da clínica. Ele volta pra casa, tem alguns novos surtos, a polícia fica na cola e… ele decide tomar remédios, frequentar a terapia e pensar positivo. Nesse meio tempo, conhece uma moça. Sempre assim. Ela está cheia de problemas também. Os dois, no começo, não se bicam muito. Mas a moça vê algo nele. Ela insiste e eles começam a se ajudar.

Eles correm juntos e… dançam! A moça se inscreveu em um Concurso de Dança e precisava de um parceiro. Em troca de ajudá-lo a reconquistar sua esposa, ela pede que ele seja seu parceiro. A história desenrola. Eles ensaiam bastante e chega o grande dia.

Na plateia, a ex-mulher. No bar, a amiga, cheia de problemas, dançarina, afogando as mágoas (2 copos de vodca, pura, não fazem cócegas. AHAM). Por que cargas d´água a ex-mulher, de fato, estava lá? (Para entender a inclusão da expressão “de fato”, favor assistir ao filme. Obrigada!)

Chega a vez do casal. Eles até mandam bem, mas né, são amadores. Por conta de uma aposta, precisam apenas de uma nota final de valor 5. Adivinha?! Óbvio que eles conseguem. Assim, cravado, mas conseguem.

Ele abraça a parceira e vai de encontro à ex. A parceira sente ciúmes. Tadinha, foi trocada; sei bem como ela se sentiu, muito bem! Ele sussurra algo no ouvido da ex. Volta para a pista de dança e pergunta pela parceira. “Quedê?!” Ela saiu, chorando, desnorteada, arrasada, #chateada!!!

Ele a alcança. Entrega uma carta. Desta vez não é para a ex-mulher (ela fingia entregar suas cartas à ex, para animá-lo! OUMMM). Era para ela. Ele se apaixonou. OUMMM, de novo. Ela não acredita no que lê. Abre um sorriso e lasca um beijo (de dar água na boca) no galã. Esse é o lado bom da vida!!!

Chorei, viu. Chorei mesmo. Chorei porque vi ali uma moça, cheia de problemas, sendo altruísta. Ela se doa ao outro! Chorei pelo esforço dele em querer ficar bem. Chorei pela dança, pela conquista, pela paixão! Eles se apaixonaram!!!

Chorei porque eu estou de TPM, cheia de problemas e não consigo “ler os sinais”. Chorei porque chorando, alivio minha ansiedade, minhas tristezas, minhas decepções. E aí, eu pego o celular e vejo uma mensagem. “Boa noite, linda”. Enxugo minhas lágrimas e vou me deitar. Tão simples e tão especial. Quem sabe?!

Lição de amor – um filme, uma verdade!

Se você não assistiu esse filme, o faça! Mais do que fazer derramar lágrimas – mulheres adoram filmes romantiquinhos -, ele te faz repensar suas escolhas.

Um homem mais velho – nunca fui do tipo que gostasse de homens mais velhos, mas esse Alex me fez mudar de ideia (6) -, quer dizer 20 anos mais velho. Uma jovem de 17 anos, MARAVILHOSA, diga-se de passagem, louca e apaixonada.

Não preciso falar que foi a mais louca história de amor do cara. Da menina também. E nossa? Minha? Sua? O que você tem feito com seu coração?

Tem saído por aí em busca de felicidade passageira? Você já pensou em ir moral em um Farol? Sim, aquele na beira da praia… Comer peixe que você mesmo pescou… Ok, eu sou da cidade, morreria em um lugar deste. Nada de começar com aquela história de ilha deserta, você e alguém blá blá blá.

Quais são seus sonhos?

Sempre me envolvi com pessoas que eu sabia que não me dariam futuro. Eu não pensava no futuro. Tudo era lindo e divertido. Passava dias rindo sozinha, lembrando de pequenos momentos. Hoje, eu penso no futuro. Virei uma chata. Que fica procurando aquele que vai me atropelar no caminho da escola. Pode ser do trabalho? Eu cresci gente!

Só em filme. Ou não. O que é seu já nasceu. 25 anos mais velha que o pretendente não é uma coisa muito sã!

Assisti, porque o momento pede. Me envolvi. Me vi nele. O que eu estou fazendo com minha vida? Procurando a pessoa ideal? Ideal não existe. É ilusório. Digita no Word e pede por sinônimos!!!

“Esse não combina comigo, aquele é coisa do passado. Ah, se ele fosse mais… Consegui, agora não quero mais…” O que acontece?

Estamos em um mundo de opções. Falo e repito quantas vezes for preciso. Um mundo onde ninguém é de ninguém. Queria viver na década de 20. Os pais escolhiam os casamentos. Um homem e uma mulher. Deviam se amar e formar uma família.

Está tudo errado. Mas o certo não existe. Se apaixone, se jogue, chore, chore muito, ria de si mesmo… Sofra com força, coma kgs de chocolate, engorde muito, olhe no espelho e veja no que você se transformou!  Respire fundo e levante-se. Se cuide, se ame, se valorize. Seja acima de tudo você. Mas você criança, cheia de sonhos, de verdades e mentiras, de pequenos momentos, de brincadeiras, de perigos, de malandragem.

Eu prometo. Eu não quero mais o futuro, eu não quero perder tempo. Eu quero ser criança. Eu quero viver, eu quero curtir. Me espera?

 

[ Texto escrito em 31 de março de 2011. Atualização: né? Continuo pensando em dar chances, mas continuo, sim, continuoooo encontrando/inventando defeitos pros pretendentes. Como faz? Ah, Sto Antônio, me dá uma luz!]

Amizade Colorida

Folder do filme "Amizade Colorida"

Ontem, decidi que não ia ao cinema, faria um download pra ele vir até mim. HOHOHO. Sabe como é né, minha carteirinha venceu em setembro. Pagar inteira é osso. Então, bora assistir no PC mesmo. Pois bem, “Amizade Colorida” ou “Amizade com benefícios”, como quiserem. Uma comédia romântica que acaba com o mito do conto de fadas. Como eu estou naqueles dias, nostálgicos, carentes e afins, chorei, óbvio. Mas curti, muito. Tanto que vim aqui fazer algumas considerações sobre o longa. Preparados?

Primeiro, queria fazer um comentário publicitário. Fui procurar sobre o filme e descobri o que suspeitava: o filme é da Sony Pictures. Nunca vi tanta propaganda escancarada. Telas Sony, notebook Sony Vaio, televisão Sony. XENT! Um merchan só. Passado isso, vamos ao tema mais divertido: paixão.

Não sei se vocês sabem, mas o filme é sobre o famoso P.A (p*nto amigo) ou sobre Fuck Friends. Aqui vocês sempre escolhem o termo preferido! Enfim, uma garota, louquinha de tudo, recruta um cara para a revista QG. Ela faz de tudo para ele aceitar a proposta, afinal, ela ganharia um super bônus. Tem até FLASHMOB no pacotão chantagem… ADOREI!

Resultado? Óbvio que ele aceita. E como não tem nenhum amigo na cidade, começa a sair com ela. Em um destes encontros, como amigos, eles começam a falar sobre sexo. Aliás, é ela quem puxa o assunto. Moderna e cheia de atitude, vamos combinar. Aí, ele diz que sexo deveria ser igual partida de tênis, você joga, se despede do adversário e está tudo lindo. Minha mãe diria: que pouca vergonha!

No fim, já sabem, eles fazem um pacto (de não se envolverem) e vão pra cama.  Ah, essa hora rola um merchan do Ipad hehehe. Um fala o que dá prazer no outro e… encontram a fórmula mágica. Química total. Eles se veem todos os dias e aliviam as tensões mundanas. Haja libido.

Aí, chega um feriado e ele a leva para sua casa. Péssima ideia. Todos acham que ela é sua namorada e vibram. Mas ele deixa claro: somos apenas amigos. Será? Por mais que as pessoas combinem algo casual, não dá. Somos seres humanos, temos sentimentos. E toda a química, uma hora, vira física, matemática, literatura e, no fim, história. Não faz sentido?

Ele se apaixonou e ela, também. Só que ele, para se esquivar da irmã, fala um monte de m#rda sobre a amiga. Ela ouve e não gosta. Desaparece. Que mulher gosta de ouvir que é problemática? NENHUMA. Eu que o diga…

No final, eles ficam juntos, claro. E #todosCHORA. Eu chorei, pelo menos. Detalhe, ela vivia assistindo romances, comédias românticas. Até havia decorado as falas dos personagens. Sonhava com o príncipe do cavalo branco e tudo mais. E mal sabia que seu príncipe não sabia fazer contas, tinha medo de altura, gaguejava quando ficava nervoso e amava Harry Potter!!! Estão vendo? Vamos apostar mais em nossos amigos! O bonitão, loiro dos olhos claros, romântico, MONOGÂMICO, dono de um haras (porque um cavalo branco, hoje em dia, não é suficiente) só existe nos livros infantis. Quer dizer, conheço um mais ou menos assim, mas ele está namorando (risos).

Meninas, meninos, vamos curtir mais, procurar menos. Esse é o canal. Mais, vamos deixar o orgulho e o medo de lado e nos entregar às paixões. É tão bom… =)