O que me atrai no #Tinder

Muitos perguntam o que eu faço ali. Muitos falam que eu não preciso disso. Para todos eu respondo: estou fazendo meu TCC sobre o Tinder. Mas não é só isso, eu adoro o Tinder.

Adiantando uma informação importante, sim, ele funciona. Em entrevistas para o meu trabalho, descobri muitos casais que se conheceram através do app. Pode dar romance depois do “match” sim! Acredite, confie, não perca as esperanças.

Mas não vim falar sobre isso. O fato é que um amigo recém solteiro veio dizer que não teve sucesso no Tinder. E eu disse de bate-pronto: ou você não está sabendo se vender ou escolheu as fotos erradas. Na hora, enviei a pauta para um primo, que abriu um Canal para os solteiros. Se você não está pegando nem gripe, aprenda com ele…(risos)

Bom, como vídeo é difícil de produzir e leva mais tempo, resolvi dar umas dicas por aqui mesmo. Partiu ver se alguma é condizente?!

Regra número 1: escreveu sobre você, jogue o texto no Word pra ver se não tem erro! Se tem dúvida em alguma palavra, não hesite em pedir ajuda ao Aurélio, vulgo dicionário. 99% dos matchs não acontecem por conta de erros de português. No meu caso, 100%! Desculpa, eu sou jornalista e o mínimo que você precisa saber é escrever na sua língua pátria (eu procurei no dicionário a nomenclatura correta, eu assumo. Procure também, sempre que tiver dúvida!!!).

Regra 2:  se você não tem filhos e colocou foto com seu sobrinho, escreva no seu perfil “não tenho filhos”. Existem mulheres que não querem homens Kinder Ovo, ou seja, com surpresinha (igual a filhos). Agora, se você tem filhos, avise também. Nada mais honesto do que assumir a paternidade. Eu, particularmente, dou ‘X’ pra caras com crianças. Sorry, quero ter os meus. =*

Regra 3: Nada de colocar fotos suas no banheiro, de cueca ou shorts com ênfase no colega. Sério. Se você quer pornografia, procure outro app. Talvez o Badoo seja um lugar bom. Tinder não. Por favor.

Regra 4: Use sempre fotos atuais. Não adianta por uma foto de 5 anos atrás, em que você tinha muito cabelo, barriga tanquinho e um sorriso encantador. Confie na sua careca e na sua pança de chopp. Seja realista. Você não gostaria de encontrar alguém completamente diferente das fotos que você viu, né?!

Regra 5: Fotos sem camisa, só se você estiver com o corpinho em dia. Mas, lembre-se, sexy sem ser vulgar!

Regra 6: Fotos suas enquanto em criança, só no dia das crianças no perfil do Facebook. No Tinder não!

Regra 7: Colocar fotos de viagens é bom. Atiça o imaginário feminino. Mostra que você curte viajar, conhecer novos lugares. Colocar fotos só de viagens “bacanas” vai atrair uma mercadoria. É isso que você quer? Se bem que… talvez seja!

Regra 8: Foto praticando esporte é massa também. Mostra que você se cuida. Cuidado com as fotos na frente do espelho da academia. Em excesso é feio e egocêntrico demais.

Regra 9: Foto tocando algum instrumento atrai atenção. Mostra que você é mais que um rostinho bonito. Tem um dom…

Regra 10: Fotos com os amigos? Só se a próxima for só sua. Não tem coisa mais zuada do que perfil apenas com fotos de amigos. Quem é você ali, rapaz? Assuma-se!

Regra 11: Foto só com bebida não. Ok beber. Ostentar um pouco… Mas quem quer um bêbado louco? Você tem 6 chances de mostrar suas preferências, faça bom uso delas!

Regra 12: Sorria, meu bem. Tem homem que paga pra não mostrar os dentes. Que isso? Eu julgo os caras por suas fotos sérias. “Nossa, esse cara deve ser triste, grosso, emburrado, chato demais…” Um, dos, três e… smileeee!

Regra 13: Não suba 6 fotos iguais. Se você não tem fotos legais suas, use apenas 1, 1x. Anotou?

Regra 14: Acho que essa nem devia estar aqui, mas né… use apenas FOTOS SUAS, nada de roubar do amiguinho famoso, do ator, cantor e tal. Fala sério!

Regra 15: Não saia dando “coraçãozinho” para todas as moçoilas. Bancar o atirador de elite no Tinder não rola. Eu, por exemplo, estou cansada de “matchs” tanto faz. Eu quero conversar. Não basta curtir meu perfil, tem que ter papo. Ou você é apenas um rostinho bonito?

Regra 16: Puxando a beira de cima, CONVERSE. Nada de dar <3 à toa. Abriu chat, mande oi, puxe papo, veja se as coisas fluem pra, então, virar um encontro real.

Regra 17:  Prefira um primeiro encontro em público, em um bar, por exemplo. Esse negócio de “venha tomar um vinho aqui em casa” não dá, amigão. Você nem conhece a pessoa. Vá com calma! Se estiver com pressa, volte à regra n° 3.

Regra 18: Seja feliz e boa sorte!

Vamos praticar? Rever perfil? Depois me contem se surtiu efeito. Beijos de luz.        

Os caras da minha vida

Muita calma nessa hora. Se você veio aqui pra saber se eu ia falar sobre você, citar seu nome ou coisa e tal… tão te chamando lá fora. Este texto não tem este intuito. Vim falar sobre OS caras da minha vida, dá licença!

O negócio é o seguinte. Quando uma mulher toma um pé na bunda, é traída pelos amigos,  perde o emprego, ou seja, vai parar no fundo do poço… ela se joga nas comédias românticas. Não interessa em qual caso eu me encaixe, ok? O importante é que eu segui a dica de uma amiga e assisti “Qual o seu número?”.

Não, eu não cheguei à média nacional americana (se você assistiu, vai entender. Caso contrário, que tal ler um release?), mas já me apaixonei pelo mesmo número de caras com quem a protagonista se deitou. Ah, a paixão…

E por que não deu certo com nenhum deles? Talvez imaturidade. Em todos os sentidos. Quem é geminiano sabe do que eu falo. Se você tem 5 opções, qual você escolhe? Todas. E sim, no final fica sem nenhuma delas. Triste. E foi isso que aconteceu comigo o tempo todo.

Mas, né, vamos mudar de assunto. O fato é que nestes meus quase 27 anos (jesus, tô idosa), eu já me apaixonei inúmeras vezes, já assisti dezenas de comédias românticas, sonhei com príncipes e idealizei relacionamentos… Pra? Me iludir, oras.

Minha primeira paixão (olha a confissão) foi um amigo de colégio. Na verdade, eu não me lembrava de ter gostado dele, mas encontrei uma foto com seu rosto circulado… com um coração. Oummm. Acho que até hoje ele não sabe. Não vou dar dicas… vai que…

Depois, veio a paixão extremamente platônica da vizinhança. Aquele vizinho que todo mundo queria. Eu? Como eu conseguiria ficar com ele? Eu, que nunca tinha beijado na vida… Eu, que ligava na casa dele toda hora só pra ver se ele estava em casa. Ah, e desligava na cara das irmãs… Nunca vi menino pra ter mais irmãs que ele. Cada hora era uma que atendia… E a hora da van? Ficava na janela esperando ele ir pro colégio. Que piegas. Ele se casou, tem filhos e deve estar feliz… e espero, barrigudo, feio e careca. Ai que dó, mentira!

O tempo passou e lá estava eu, novamente, envolvida em uma paixão ultra platônica. Campinas inteira (olha o exagero) curtia o cara. As meninas se jogavam. E ele ficava no seu canto. Tímido e chato que só ele. Vivia para implicar comigo, me xingar… Sabe o que eu lembro? Naquela época, ir aos domingos no shopping Galleria era febre. Eu ia todo final de semana. E, num desses passeios, o encontrei. A gente tinha um celular igual, dos tijolões da vida. E ele trocou o meu com o dele.. e guardou… OUMMMM.. que babaca! E quando eu fui pegar de volta, fiquei bem colada com ele… aquele coração palpitando… saindo pela boca… ele pedindo pra eu escutar… ele tremia! Será que era paixão? Casou e deve ser pai já! (…)

Bom, doeu, mas passou. Vieram os andradenses (tem um que mexe comigo até hoje e nem desconfia; o que desconfia está completamente louco – ou não!!!), o primeiro namorado, o segundo (antes que você me julgue, foram apenas 2… assumidos)… E mais paixão. Daquelas impossíveis, sempre. Ele lindo, famoso, com as meninas mais bonitas e novinhas da cidade. Eu, mais velha, com lentes de contato verdes, corpão em dia… É… ele não saía comigo em público. E se a namorada ou ficante ou sei lá o que visse? Passei meses chorando, idealizando encontros… ganhei um CD!

Nesta mesma época, um outro ser apareceu na minha vida. Vestido de mulher. Nada a ver comigo. Sistemático, nerd (naquela época eu  não curtia), ogro. E sim, eu também me apaixonei. Loucamente. Ligava toda hora, queria ver, brigava, xingava, ligava de novo. Era chifrada, na caruda, ligada de novo, xingava… Perdi contato. Último e-mail foi respondido com: Obrigado. Eu lembrei do aniversário dele.. mandei mensagem… tentei adicioná-lo no Facebook e wreal. Ele não gosta mais de mim. Não quer que eu saiba da vida dele. Será que ele se lembra de mim? Deve estar noivo!

Passou esse e mais alguns que eu não me recordo e a gente chega na atualidade. Eu paro por aqui, porque os mais recentes leem meu blog. Eles foram loucos o suficiente de me aceitar nas redes sociais. Entre jantares e risadas, dando indício de ser o ideal, massagens de casal (chique no último), declarações bêbadas de saudades, apelidos maldosos, que se tornaram uma boa propaganda… cá estou eu, pensando no meu número. Entre tantos, nenhum deu pro gasto? Devo fazer igual a mocinha do filme e sair procurando os ‘ex’? Devo me arrumar melhor para ir ao OBA Hortifruti? Deixa eu pensar… ou devo prestar mais atenção nos meus amigos, que adoram meu jeito, falam da minha risada, do meu olhar, do meu sorriso… do meu cabelo sem mafagafos… aqueles que me xingam, mas quando estão bêbados me ligam falando qualquer coisa seguida de “saudades”? Será?

Eu não sei que rumo minha vida vai tomar daqui pra frente, mas eu confesso que voltar no tempo me fez bem. Lembrei do meu catastrófico primeiro beijo. Da vez que meu irmão me trancou pra fora de casa porque eu estava no parquinho com um menino (e pasme, eu não quis nada com ele naquela época. Hoje, meu Deus, que deus… Tem homem que é melhor que vinho!). Lembrei dos sorrisos involuntários, do olhar brilhante, das cartinhas, dos SMS, das loucuras, pneus furados, tabus… Lembrei das minhas primas me arrumando pra… levar um fora. Elas acharam que seria um encontro!!! Lembrei da contagem regressiva, dos porres, das lágrimas, mas também dos beijos…

Lembranças. Ah, os caras da minha vida… Qual o seu número?!

Eu resolvi refletir

Todo dia é a mesma coisa: levanta, escova os dentes, toma os remédios. Um tem a ver com estômago, nervoso, emoções e afins. O outro, com o que eu vim fazer aqui. São 22 cápsulas. Quando chega na 7ª (da contagem regressiva), o bicho pega. Tudo é motivo de lágrimas. Sim, estou na famosa TPM. E estando nesta fase, resolvi escrever. Falar tudo o que passa nessa minha cabecinha louca, totalmente ligada ao insensato coração.

Eu havia escrito maior “linguiça” aqui e apaguei. O negócio é o seguinte. Neste período, a gente sofre, fica lembrando do passado, manda mensagem bêbada pra quem não deve… É um show de ações impensadas. Ok, pensadas, mas sem qualquer juízo.

Sabe aquela mensagem que você queria ter mandado há séculos? Mas não o fez porque aquilo mexia com você? Aí, o tempo passa, você se fortalece, desfaz vínculos e resolve surtar e mandar. Não tem volta. Como diz aquele ditado, há três coisas que não voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida. E eu resolvi não perder oportunidades. Pra quê?

Agora eu vou falar tudo. Se vai me prejudicar? Com certeza, mas né… ficar guardando sentimentos, juízos? Não.. chega! As pessoas têm que saber que a gente lembra delas durante determinado show, que a gente pensa nelas quando vai dormir ou está altamente embriagada, que a gente perde o rumo quando conversa olho no olho com elas, que a gente tem vontades… Esconder por quê?

Eu já me privei de muitas aventuras nestes meus 20 e poucos anos. Umas tem a ver com meus valores e isso não muda. “Nunca ouvi falar nada de você.. uma história… ” Não tem mesmo. Eu fui criada assim. Tive uma educação meio fora de época. Não consigo mudar. É meu jeito e pronto. Mas isso não quer dizer que eu não vivo, não me divirto. Oxi, fiz e faço isso sempre. Deu vontade, fez. Agora, fazer pra agradar, aprendi que não vale a pena. Não mesmo!

O ponto é… chega de deixar de se envolver com alguém porque no passado alguma amiga(o) teve algo com a pessoa. E você? Não tem vontades? Sentimentos? Hello! Acho pessoas egoístas o ‘ó’, mas fraternidade em excesso saiu de moda. Quem garante que a pessoa pensaria em você? Eu não garanto e digo mais, já senti na pele a falta de consideração. Momentos…

A vida é tão curta pra gente se anular, sabe? Pra gente deixar pra amanhã o que pode fazer/dizer hoje. Quer saber? Eu já te falei, mas vou repetir: teu olhar é intenso, é penetrante, é de tremer as pernas. Como é difícil conversar contigo olhando nos olhos. Como é difícil me concentrar, raciocinar (risos). Como é difícil ouvir um discurso, captar a linguagem corporal e ver você aos beijos com outra. Como é desconsertante. Mas né…

Outro. Como eu esperava mais. Mais contato, mais procura. É medo? Tenho a leve impressão de que os caras têm medo de mim. Sério. De se envolver. Eu sou difícil de lidar, mas nem tanto. Eu sou brava, mas só quando eu me sinto injustiçada. Ou quando minhas expectativas não são alcançadas… (risos) Não tenha medo. Sério. Não significa nada pra mim você dizer que esperou tanto pra ficar comigo, que adorou, que se soubesse que era bom, teria investido antes… E daí? E agora? Vai ser encontro do acaso? Sério? Ok!

Os homens têm muito o que aprender…

E quer saber? É nessas horas que eu penso: falta mais paixão, mais romantismo. Falta aquela vontade louca de gerar sorrisos, de cultivar borboletas no estômago, de dividir momentos, pagar contas quilométricas de telefone, abraçar e beijar como se fosse o último dia… Faltam cartas de amor, serenatas, gestos simples, mãos dadas… Faltam juras genuínas, promessas, sonhos… Faltam atitudes. Que os homens, evoluam. Amém!

 

O que te brocha?

Primeiro que brochar é um verbo horrível e que só existe no linguajar do povo brasileiro. Segundo que ele diz respeito ao público masculino: “4. [Brasil, Calão]  Não conseguir ter ou manter uma erecção”. Mas, porém, entretanto, todavia, vou fazer uso de seus préstimos e dizer o que os homens fazem que acaba brochando as mulheres. Uma observação, este post não existiria se uma dupla de amigos não tivesse feito um vídeo falando sobre o que os brocham. Vídeo coxinha (eles vão me xingar), falando sobre fazer xixi com a porta aberta. Isso brocha? Se sim, eu não sei, só sei que minha listinha é bem maior.

Vamos aos fatos. Você vai ao cinema com o cara e ele encontra o primo de sua ex. Na hora de apresentá-la, diz que você é uma prima. ISSO BROCHA! No mesmo nível, você beija um cara na balada e ele fala pra pretendente que você é irmã dele. BROCHA!

Você sai com um cara e ele fica contando vantagem. BROCHA! Você sai com um cara e ele oferece para pagar a conta. Quando o papelzinho chega, fica chocado e não para de falar no valor absurdo que acabou de gastar. BROCHA!

O cara fala que é solteiríssimo. Vocês ficam. Depois, descobre que o cara namora há anos. BROCHA!  Ele vai, então, falar sobre a namorada e diz que está com ela por dó, porque ela o apoiou quando ele mais precisava. BROCHA!

Você combina de ir no mesmo lugar com o cara. Cria mil expectativas. Chegando lá, ele te trata como mais uma amiga. BROCHA! 

Você sai com um cara. Dias depois o encontra. Ele te cumprimenta com um beijo seco NO ROSTO e some a noite toda. BROCHA!

O cara fica te cantando na internet, mas não toma atitude. BROCHA!

O cara não sabe combinar roupa; sai de casa parecendo uma colcha de retalhos. BROCHA!

O cara não socializa com seus amigos. BROCHA!

O cara é muito ciumento e pega seu celular pra ver com quem você fala ou troca mensagens. BROCHA!

O cara não pentea o cabelo, não escova os dentes ou não passa desodorante. BROCHA!

O cara ficar se achando o garanhão, contando que pegou umas par de ‘mina’ gata. BROCHA!

O cara ser muito assanhado. BROCHA!

O cara ser muito lento. BROCHA!

O cara sumir, do nada, por muitos dias. BROCHA!

O cara te enrolar por anos. BROCHA!

O cara te cozinhar em banho-maria. BROCHA!

O cara terminar, começar a sair com você e depois voltar com a ex. BROCHA!

O cara não ter a capacidade de por um fim no relacionamento. BROCHA!

Ah, tanta coisa BROCHA! Mas muitas outras encantam. Próximo post…

>> Se você ficou curioso(a) para ver o vídeo dos meus amigos, fica dica: Clique aqui!

 

O manual deles

Bla bla bla. Mulheres conversam. Se lamentam. E percebem que as histórias são sempre as mesmas, só mudam os personagens. Então, depois de se consolarem, planejam: se eu pego o manual dos homens, eles estão todos f*didos. Manual, ai se eu te pego…

Fácil. Tarefa fácil. Quer saber como deixar um homem de quatro, como muitas vezes eles no deixam? Sem conotação sexual, por favor. Pois bem, basta seguir o nosso manual ao contrário. Isso mesmo, o manual masculino é o nosso de ponta cabeça. ANOTA!

O que uma mulher espera de um sábado à noite? Um namorado! Não adianta falar que vai pra balada dançar. Essa, definitivamente, não cola mais. A gente vai, sim, com esperança de conhecer alguém bacana, que nos ligue no dia seguinte e no outro e no outro e, incrivelmente, no outro. Homens solteiros, bem sucedidos e bem humorados. Homens casados, comprometidos, sem estudo, sem trabalho e mal humorados não têm vez. Está com o caderninho na mão?!

Pois bem. A gente espera carinho, convivência, paixão. Espera um dia ser pedida em namoro, ser tratada como mulher, amada, e não objeto sexual. Espera um SINCERO, que fique claro, “Eu te amo”. Estou mentindo? Não!

E eles? Bom, eles não querem nada disso. Experimenta falar em noivado, casamento… Vish, pra quê? A mulherada está aí, no CIO! Elas xavecam, elas pagam o motel, elas… liberam a periquita. Então, pra que namorar, minha gente? O amor está em crise!

Voltando ao manual. Lá vai. Se tiver coragem, faça o teste. 1ª regra: você precisa estar muito bem consigo mesma. Sim, falo de auto-estima no lugar, peito no lugar, bunda no lugar e bla bla bla. Balançou a cabeça positivamente? Então vamos para a 2ª regra: você deve saber paquerar, ou seja, se insinuar sem ser vulgar. Cuidado, para passar de sexy para garota do Itatinga é um triz (nossa que gíria mais idosa). 3ª regra: você é quem dá as regras. “Comigo é só um lance. Não quero que você me ligue amanhã. Odeio a expressão ‘eu te amo’. Amanhã, se você me vir na rua, finja que não me conhece”. Combinado? Ele vai ficar assustado. Vai acreditar ter encontrado a mulher da sua vida. PERFEITA! Com os mesmos ideais que ele, gostosa, poderosa… ai ui ai. 4ª regra: suma do mapa. Se possível, vá atrás de outras presas. Bem longe. Não atenda ligações. Não responda mensagens. Nem e-mails. Pode ser?

Taí, receita de sucesso. Pode ter certeza, minha cara, que o cafajeste vai dar milhões de pulinhos pra ter mais uma noite contigo. Sabe como é, o difícil é muito mais gostoso! Wreal!

Quem fala o que quer…

(…) nem sempre escuta o que…gostaria. Há sempre de ter uma Nane, zagueira, chutando a bola pra bem longe… #ficadica

Homem quando abre a boca, de duas, uma: ou não sabe o que fala ou espera uma resposta bem dada. Não sei em qual das opções o ocorrido se encaixa, mas posso assegurar que o meu pensamento foi bastante malicioso. Eu podia ter feito o que eu mais gosto: surpreender, mas…

Conversa vai, conversa vem, surgiu o assunto saúde. Contei sobre a endoscopia (estou bem, caso fiquem preocupados) e tomei um: nane, você precisa relaxar; você está muito tensa…

Nem lembro o que respondi, mas o que eu pensei na hora, tenho de cor. Ai, se alguém pudesse ler meus pensamentos… Ai se… eu? Tensa? Pensamento totalmente masculinizado. Subliminar… Eu, tensa, uma solução… e aí? Coqueiro balançou, côco caiu, rola ou empaca? well, well, well…

Fiquei quieta, mas dei um sorrisinho “do mal” – pro computador. Fui meio bugrina. Bola no gol e eu chutei pra escanteio. Como pode?

Estes dias li sobre atitude. “Um minuto de indecisão mata uma vida de felicidade”. Acho que falta atitude. Ou não. Seria insegurança? Seria falta de vontade? Sabe não…

A única coisa que eu sei é que eu não tive coragem de mandar um: a gente podia… Só papo. Não ia mesmo. Só jogo. E jogo por jogo, prefiro meu Jewels. Aliás, hora de bater recordes. Good Night.

Ah, se liga, tudo podia ser muito diferente. Oportunidade. Ação. Pessoas que desistem fácil, viu…