Essa noite eu sonhei com você!

Quem me conhece sabe a coleção de paixonites agudas que eu já tive. Um não tinha nada a ver com o outro, mas marcaram. E teve um, sempre esse um, que me vem em mente de tempos em tempos.

A gente não teve uma linda história de amor. Sei lá o que a gente teve. Mas teve. No passado. E ficou por lá. Infelizmente.

A vida deu seus giros mágicos e a tecnologia o trouxe de volta. Tentei, por várias vezes, descobrir algo sobre ele. Ver fotos… A gente quer saber se mudou, o quanto mudou…

Tentativas em vão. Até que um certo dia, esse querido rapaz me adicionou no Facebook. E o que eu tanto queria ver, eu não vi. Nem todo mundo se expõe nas redes sociais.

Mas, por outro lado, vi coisas que eu não esperava. Ele havia formado uma família. Casou, teve uma menina linda. PARABÉNS! Juro que não é falso.

E aquela vontade de revê-lo? Devia ter passado, mas não passou.

Essa noite eu sonhei com ele. E foi maravilhoso. Eu não tenho a mínima ideia de onde eu estava, mas o cenário era lindo. E no telefone, eu marcava um encontro com ele.

- Ok, você venceu. Vamos nos ver, quero conversar com você. Ele disse. E eu fiquei eufórica, porque eu queria muito revê-lo.

Eu mudei de sonho antes do reencontro, mas acordei toda feliz… desejando que algum dia isso aconteça de verdade. Não quero estragar famílias, juro. Eu quero apenas ver… ver alguém do meu passado, que me fez tão bem e tão mal ao mesmo tempo.

Quero ver minha grande paixão. Ouvir sua voz. Só isso. Sem toques, sem nada. Como bons e velhos amigos. Eu sou adepta do “vaso quebrado não cola mais”.

Por que será que as pessoas marcam, hein?

Justo ele, que eu conheci numa festa nada a ver. Justo ele que vivia esfregando beijos em outras na minha cara. Ele, sempre ele. Que vivia estudando, que não gostava de nada que eu gostava… que vivia falando mal da minha rotina.

Ele… com seu jeito xucro… o melhor beijo que eu já tive. Que saco.

Eu não lembro o que eu fiz pra que ele me odiasse tanto. Eu juro. Dizem que quem fala/faz algo de ruim pras pessoas, esquece, mas quem escuta/ passa pela situação, não. E ele nunca me contou. Sempre me evitou. Como o diabo corre da cruz. Até quem um dia, ele resolveu ceder.

Hoje, ele está a muitos km do Brasil. Muitos mesmo. Está bem profissionalmente. Acredito que sem previsão de volta. Ele, a família dele, a profissão dele. Valeu ter estudado tanto.

Que sonho. Que desejo. Que paixão. Será que eu nunca vou superar? Minha expectativa era revê-lo e apagar de vez essa história louca de conto de fadas. Era ter a certeza de que tudo ficou no passado mesmo, que nunca daria certo… Mas ele nunca me deu essa chance. Talvez seja bom ter alguém que de vez enquando se lembra da gente. Talvez…

Eu, hoje, sonhei com você. Espero que esteja tudo bem!

 

Um sonho tão real…

Vou começar este texto com uma confissão: sou a louca dos sonhos. Sério, lembro de quase todos. E o pior, são tudo nada a ver. Tem dias que eu acordo rindo. Haja imaginação, conflitos pessoais… sei lá o que influencia esses mini filmes noturnos. Haja.

Hoje foi uma noite daquelas. Um atrás do outro. Vim compartilhar o último. Foi tão real. Acordei meio chateada. Vamos aos fatos.

Já sonhou com alguém com quem você só trocou meia dúzia de palavras? Eu já. Mais, já sonhou que tinha algo com essa pessoa? Vou deixar você pensar um pouco.

Meu sonho pulou de um pro outro. No anterior, eu havia sofrido assédio – a pessoa não fez nada, mas tentou me puxar… Estava me sentindo suja. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fui fazer: banho. Mas não era minha casa, era um sítio, uma fazenda, sei lá. O banheiro era quase um estábulo. Escuro, mas estava ótimo.

Quando terminava a ducha, chegou minha mãe e o dito cujo das seis palavras. Ele era meu namorado, no sonho. Me deu um abraço não muito afável.

Falei alguma coisa – porque eu gosto pouco de falar – e fui me trocar. Mudou de cena.

Estava num sofá, dentro da minha possível casa. O namorado no celular, cagando pra mim. Eu havia chegado de viagem, só queria colo. Enfim…

Fui pro quintal, onde estava rolando alguma festa. Lá encontrei um amigo – que eu adoraria conhecer na vida real hahaha barbudinho, lindo -, mas que ficou dentro do sonho. Que droga.

Conversamos, rimos, bebemos… fizemos o que o outro se recusava a fazer em minha companhia. O celular estava mais interessante.

Depois de um tempo,  resolvemos ir pra dentro da casa. Adivinha? Namorado viu. Namorado não gostou. Namorado disse adeus. Namorado tinha culpa no cartório.

Não teve briga. Mas teve choro. Teve confissão de traição. Teve cesta de sei lá o que com um cartão de desculpas. Não teve volta.

O amigo, depois de um bom tempo tentando me consolar, se tornou a bola da vez.

Que loucura. Que real. Acordei meio assim “que será que isso quer dizer?”

Pensei, pensei, não muito, mas pensei. Cheguei à conclusão. Mamãe já dizia: “esse não, Mariane, ele vive rodeado de mulher”. A vida já dizia: “esse não, Mariane, ele vive na gandaia.” O sonho já dizia: “Mariane, você entendeu? Ele não. O amigo. Aquele que está do seu lado, te ouvindo. Que te conhece, que te faz sorrir”.

Mariane pensou, pensou e não reconheceu nenhum amigo com esse potencial. Mariane ficou triste. Perdeu o peão, perdeu o amigo, perdeu o sono. Será que dá pra continuar hoje? Talvez o Google possa me ajudar: http://bit.ly/2h6oMv0

Eu fui para um SPA

Eu sempre tive o sonho de ir para um SPA. Não, não me imaginava de maiô, com um super chapéu e uma taça de champagne na mão. Queria perder peso rápido.

Ano passado fiz umas cotações e resolvi investir o dinheiro em uma viagem para o Nordeste. Justo, vai. All inclusive. Bebida e comida “free”, por menos que o valor do SPA.

Passou um ano e… desta vez não ia mudar de ideia. Fiz as contas e sim… conseguiria realizar o meu sonho no ano que completaria 30 margaridas.

Arrumei as malas, peguei o carro e fui… parar em Sorocaba. Já ouviram falar do SPA MED? Um dos mais conceituados no país. Pra mim, um hospital particular (risos).

Cheguei acanhada. Demorei 3 dias para perceber que tinha feito o pior investimento da minha vida. E ainda faltava uma semana de sofrimento.

O lugar é lindo. As pessoas, extremamente agradáveis. No 2º dia, já me chamavam pelo meu nome. Eu tomei um susto. Como pode?

As refeições tinham hora para ser consumidas. Nada de prato no quarto, você precisava caminhar até o restaurante para comer ou, no caso do café, buscar o lanchinho e levá-lo ao quarto!

O café da manhã era um espetáculo, não conseguia comer tudo. No almoço, eu dava risada. Sério, eram hilárias as porções, de tão pequenas. E a comida não tinha sal, tempero. Mas eram boas! Porém, em pouca quantidade.

Aí tinha o lanche da tarde, o jantar e a ceia. Contava no relógio as horas para ir buscar uma gelatina ou um mísero pedaço de fruta. Uma vez a moça disse que tinha banana. Fiquei maior feliz. Quando vê, ela me deu uma fatia de banana. UMA FATIA. Quase chorei.

Sofri. Sofri porque não tinha forças para fazer nada. Minha dieta começou com 300 kcal por dia e depois subiu para 450 kcal. É pouco? Sim. Mas se você viver em função disso, sobrevive. Agora, comer só isso e trabalhar, praticar exercícios… não dá.

Aliás, você poderia praticar 3 atividades por dia. Eu fazia academia e esteira só. Não me dou bem com danças. E não tinha forças também. Um dia, fui na academia e fiz musculação e esteira. Aí me chamaram para uma partida de vôlei. Adivinha? “Só mais um ponto, mais um, outro…” PASSEI MUITO MAL.

Minha pressão caiu. Fui tomar banho e quase desmaiei. Liguei correndo na recepção e queriam me buscar para passar pelo médico plantonista. Disse que só queria a comida no quarto, porque não tinha forças para ir buscá-la. Me atenderam. E ainda mandaram tudo em dobro. AMEI. E não aguentei comer. Ô dureza.

Essa foi minha rotina por 10 dias. Se perdi peso? Sim, 3,5kg, que em uma semana se tornaram 2,5kg. Nosso mundo é surreal. Foi só comer um biscoito água e sal e já ganhei 1kg.

O investimento é caro. Eu quase desisti. Eu só pensava em comida. Mas a experiência é bacana. Ainda mais se você tem uma folguinha financeira para fazer massagens todos os dias – o pagamento é à parte.

Voltei com 5 feridas no estômago. Passei muito mal. Achei que ia morrer. E ainda tenho que escutar: “pagou um mundo, não adiantou nada e ainda ficou doente”. Não ligo. E se você tem a vontade louca que eu tinha, também não deve ligar. 3,5kg não é pouco para uma mulher, na minha idade, por 10 dias. Tinha um senhor que em uma semana tinha perdido 7kg, mas gente, ele era obeso mórbido. Muito mais fácil perder peso. E homem… Tenso.

Eu realizei um sonho no meu aniversário de 30 anos. Eu paguei com o meu trabalho. Eu fiquei 10 dias sem problemas na cabeça. O único problema era a comida. Na verdade, a hora de buscar a comida. Que fase.

Se eu indico? Acho que não. Existem outras maneiras de você perder peso. Demora mais, mas nossa, pelo menos você não fica sonhando com bolos, bolachas e chocolates todas as noite. Foi difícil, mas foi. Eu realizei um sonho.

Sonho meu

Essa noite foi sensacional. Acordei rindo. Essa semana estou extremamente cansada, vocês não tem base. Soltaram aqui no trabalho “e essa cara de sono aí, Mari?” Bom, justo hoje que eu dormi muito bem, obrigada?!

O sonho

Estava em casa, eu, minha mãe, ao telefone, e minha prima. De repente, minha mãe solta: “eu preciso disso rápido, minha filha se casa em 2 de janeiro, de 2015“. OIE?! Eu e minha prima ríamos muito. Acho que nesta parte do sonho, eu acordei, não é possível. “Pri, como minha mãe dá uma dessa? Eu tenho 1 ano pra arrumar um namorado, transformá-lo em noivo e preparar o meu casamento. Minha mãe tá louca”. Rimos gostoso.

Mas como nos sonhos tudo é possível (na vida real também, veremos), eu realmente encontrei alguém. Um cara de rosto conhecido. Só o rosto, eu não o conheço (uma pena). Mas vai que, né? Ele, de camisa branca, calça jeans, num curso preparatório para o casório. Os pais, mais velhos, grisalhos. A mãe é quem mandava no pai. Ela usava calça jeans, camisa e sinto largo. Parecia brava.

Pensa, o curso era no Imaculada, onde iríamos nos casar. Quanta doideira. Quanto amor. Quanta rapidez. Quanta curiosidade. Será? Juro que olharei rostos conhecidos com mais cautela. Imagina se me deparo com o cara do sonho? Pulo no pescoço. Não. Tem que ser igual em filmes. A gente se olha, fica uma eternidade hipnotizado neste olhar de “encontro”, damos as mãos, um abraço apertado e um beijo de deixar qualquer um com água na boca. Ah, os sonhos…

E você deve estar pensando,  o que eu  tem com isso? Bom, já sabe, em 2 de janeiro de 2015, você tem um casamento histórico para ir. Te espero lá. Traje country (pegadinhaaa), super gala. Ah, traga os fogos, será uma data memorável! s2